
De olho em vaga no Senado, Marley sobre Fundo Constitucional: "Inegociável"
Durante debate promovido pelo Metrópoles, candidato do Avante defendeu que Fundo tenha reserva maior de valor e que seja "imexível"

Candidato ao Senado do Distrito Federal pelo Avante, Marley afirmou que mexer no Fundo Constitucional do DF não é negociável. A fala foi feita durante o debate promovido pelo Metrópoles nesta quinta-feira (24/9).
Ao questionamento feito por Ronaldo Fonseca (PSD), Marley disse que Brasília precisa do Fundo, em especial, por abrigar os Três Poderes. O candidato defendeu ainda que o valor seja maior.

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Ver todas“Nós, entrando no Senado, é o nosso ponto de defesa, porque a Saúde, a Educação e a Segurança dependem do Fundo Constitucional. Nós não podemos abrir mão e precisamos aumentar”, declarou.
Marley também teceu críticas a diversos setores da capital, com enfoque em Mobilidade e Saúde, e afirmou que “Brasília está em um estado de pobreza muito grande”.
“Ou seja, além de manter o Fundo, nós precisamos buscar recursos para abrigar todas essa áreas. O Fundo é ‘imexível’ e nós temos que buscar recursos para alavancar todas as outras áreas”.
Fundo Constitucional
A discussão sobre o Fundo Constitucional do DF (FCDF) também fez parte do debate dos candidatos Ronaldo Fonseca (PSD) e Erika Kokay (PT).
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFA candidata Erika Kokay também abordou o tema e esclareceu que a proposta de alteração da Receita Corrente Líquida com impacto sobre o Fundo Constitucional não partiu do governo federal, mas de uma emenda apresentada pela relatora. Em seguida, destacou o aumento nominal dos recursos do fundo e criticou a situação da Saúde no DF.
“Tenho absoluta certeza de que Ronaldo não queria atentar contra a verdade. Mas também queria deixar claro que o Fundo Constitucional, no governo anterior, era de cerca de R$ 16 bilhões. Hoje, são R$ 28 bilhões. Isso não justifica que tenhamos uma Saúde em que se espera cada vez mais para ter acesso a exames e consultas com especialistas. Uma Saúde destruída pelo governo de Celina Leão”, apontou.

















