Construção do primeiro crematório do DF é aprovada pelo Conplan

Atualmente, a população local precisa procurar pelo serviço em Goiás. O projeto será implementado no cemitério da Asa Sul

atualizado 28/10/2021 21:39

Projeto de crematórioDivulgação/Seduh

A construção do primeiro crematório do Distrito Federal foi aprovada pelo Conselho de Planejamento Territorial Urbano do Distrito Federal (Conplan) nesta quinta-feira (28/10). A licença foi dada para a empresa Campo da Esperança construir o espaço no cemitério da Asa Sul. Atualmente, a população local precisa procurar pelo serviço em Goiás.

Conforme o projeto arquitetônico elaborado pela empresa, o futuro crematório será composto por sanitário acessível, câmara fria, câmara ardente, depósito de resíduos e uma sala de despedida que comporta 40 pessoas. O espaço ficará localizado logo na entrada do cemitério, próximo à administração, ao templo ecumênico e à floricultura.

“É uma edificação relativamente pequena, com um acréscimo de 289 metros quadrados no lote. Será uma obra executada pela empresa concessionária para possibilitar esse serviço tão aguardado pela nossa cidade”, informou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Mateus Oliveira.

O projeto arquitetônico ainda precisa ser aprovado pela Central de Aprovação de Projetos (CAP) da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), antes que o Campo da Esperança inicie as obras. A empresa atua no DF desde 2002, por meio de concessão pública.

Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, é uma prioridade da atual gestão o cumprimento da cláusula prevista no contrato assinado em 2002 com a concessionária Campo da Esperança (CCE), que já determinava a instalação do crematório.

“Apesar de ser um serviço essencial, nenhuma gestão priorizou este tema por quase 20 anos. Somente em 2019, a construção do crematório se tornou uma prioridade de governo e foi incluída em nosso planejamento estratégico. Não queremos mais que a população do DF precise se deslocar até Formosa ou Valparaíso para cremar seus familiares e entes queridos”, reforça Passamani.

 

 

 

 

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