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Distrito Federal

Com hora marcada, adolescentes promovem "clube da luta" no Lago Sul.

Confrontos eram organizados pelas redes sociais e envolviam adolescentes entre 15 e 17 anos. PCDF abriu procedimento para apurar o caso

22/04/2026 02:16, atualizado 22/04/2026 07:45
Reprodução
Com hora marcada, adolescentes promovem “clube da luta” no Lago Sul

A 10ª Delegacia de Polícia (Lago Sul), da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), instaurou procedimento para investigar denúncias de que adolescentes, com idades entre 15 e 17 anos, estariam promovendo uma espécie de “clube da luta” em uma das regiões mais nobres do país, o Lago Sul.

Imagens cedidas à reportagem pelo Jornal de Brasília, que revelou o caso, mostram adolescentes formando uma roda, enquanto dois participantes se enfrentam com socos em um ambiente estruturado com tatames.

Há, ainda, incentivo verbal para a continuidade das lutas, com gritos de “bate, bate, bate”, além da contagem dos golpes por um jovem que atua como árbitro e anuncia, em determinado momento, o golpe de número 25, enquanto cerca de outros 15 menores acompanham a cena e registram a ação.

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Investigações apontam que os encontros eram previamente marcados e divulgados em redes sociais, com registros em vídeo compartilhados em aplicativos de mensagens
Adolescentes aparecem em vídeo formando uma roda enquanto dois participantes se enfrentam em confronto físico combinado no Lago Sul
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Adolescentes aparecem em vídeo formando uma roda enquanto dois participantes se enfrentam em confronto físico combinado no Lago Sul

Investigações apontam que os encontros eram previamente marcados e divulgados em redes sociais, com registros em vídeo compartilhados em aplicativos de mensagens
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Investigações apontam que os encontros eram previamente marcados e divulgados em redes sociais, com registros em vídeo compartilhados em aplicativos de mensagens

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De acordo com as investigações iniciais, os encontros já estariam na terceira edição. As reuniões eram organizadas de forma articulada em um grupo de aplicativo de mensagens, no qual os próprios participantes realizavam enquetes para definir as datas das próximas edições e as duplas que participariam dos embates.

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As disputas também eram divulgadas previamente em redes sociais. Após as brigas, os vídeos gravados eram compartilhados no perfil dedicado.

Segundo a Polícia Civil, a apuração ocorre “com rigor” e tem como objetivo identificar os envolvidos na organização dos confrontos, o responsável pelo imóvel em que as atividades ocorriam e a eventual participação no fornecimento de bebida alcoólica a menores de idade.