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Distrito Federal

Com 30 mortes e 460 casos novos de Covid-19, DF chega a 139.195 infectados

Números são da Secretaria de Saúde, no início da tarde desta terça-feira (18/8). Dos falecidos, 1.895 eram moradores da capital do país

18/08/2020 12:36, atualizado 18/08/2020 12:39
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Jacqueline Lisboa/Especial Metrópoles
Enterro de vítima da Covid-19 no DF

No início da tarde desta terça-feira (18/8), o Distrito Federal registrou um total de 2.072 mortes pelo novo coronavírus. Entre os dados divulgados pela Secretaria de Saúde na noite de segunda (17/8) e os números atuais, foram computados mais 30 óbitos.

Os últimos falecimentos ocorrem em Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Plano Piloto, Gama, Planaltina, Guará, Santa Maria, Recanto das Emas, Sobradinho, Brazlândia, Vicente Pires e Riacho Fundo. Dos 2.072 óbitos, 1.895 ocorreram com moradores da capital do país, enquanto 177 eram de habitantes de outras unidades da federação que morreram em território brasiliense.

Desde o início da pandemia, 139.195 brasilienses foram infectados pela Covid-19. Desses, 460 tiveram registro entre a noite de segunda e a tarde de terça. Por outro lado, 119.433 (85,8%) se recuperaram.

Na noite de segunda-feira (17/8), o Distrito Federal registrou mais um recorde diário de mortes provocadas pelo novo coronavírus. Foram 66 óbitos, de acordo com a Saúde.

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Número de mortes por coronavírus no DF na tarde de 18 de agosto
Vítima mais recente é moradora de Brazlândia
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Especialistas avaliam que a pandemia prejudicou mais os alunos de escolas públicas
Casos do coronavírus no DF na tarde de 18 de agosto
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Casos do coronavírus no DF na tarde de 18 de agosto

Secretaria de Saúde/Reprodução
Número de mortes por coronavírus no DF na tarde de 18 de agosto
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Número de mortes por coronavírus no DF na tarde de 18 de agosto

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Vítima mais recente é moradora de Brazlândia
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Vítima mais recente é moradora de Brazlândia

Jacqueline LIsboa/Especial Metrópoles
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Hugo Barreto/Metrópoles
Especialistas avaliam que a pandemia prejudicou mais os alunos de escolas públicas
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Especialistas avaliam que a pandemia prejudicou mais os alunos de escolas públicas

Rafaela Felicciano/ Metrópoles

Economia

Além da questão do sistema de saúde e das mortes, o novo coronavírus também traz a questão financeira. Pelo menos 24% dos brasilienses ainda relatam viver algum tipo de crise financeira causada pela pandemia. Desse total, 4% relataram ter perdido totalmente as receitas domésticas e outros 20%, com quedas parciais no rendimento familiar.

Com um elevado número de servidores públicos concursados e comissionados, o cenário local é ainda menos pessimista que o encontrado no Brasil, onde 41,2% dos entrevistados disseram estar enfrentando um momento delicado em relação às finanças pessoais. Do total, 7% tiveram suas receitas totalmente perdidas e 34,2% parcialmente reduzidas.

Se comparado com outras unidades da Federação, o DF também apresenta uma avaliação mais confortável. O recorte de São Paulo revelou que 44,4% dos paulistas ainda estão enfrentando problemas financeiros. No caso de Minas Gerais, a situação também se assemelha ao do estado vizinho: 43,9% dos mineiros ainda reclamam de perdas na receita familiar.

Os dados são um recorte de um estudo nacional realizado pela Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, com o objetivo de entender como andam as finanças pessoais dos brasileiros. A plataforma foi criada para auxiliar os usuários no controle de gastos domésticos.

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