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Codex: grupo hackeava portas eletrônicas para furtar celulares no DF. Veja o vídeo

Operação da Polícia Civil desarticulou quadrilha que causou cerca prejuízo de R$ 40 mil de prejuízo para diferentes vítimas em Planaltina

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A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deflagrou a Operação Codex para desarticular um grupo de criminosos especializado em furtos em Planaltina (DF), nesta quarta-feira (10/12). O bando “hackeava” portas para os crimes. Desta forma, os crimes era feitos sem arrombamento.

Veja:

A 16ª Delegacia de Polícia mobilizou 25 policiais civis para cumprir três mandados de busca e apreensão nas Estâncias Mestre D’Armas I, IV e na Estância Planaltina.

Segundo a PCDF, os suspeitos utilizavam equipamentos eletrônicos para copiar o código de abertura das portas e acessar os estabelecimentos como se fossem usuários autorizados. Os alvos eram lojas de celulares.

 

Codex: grupo hackeava portas eletrônicas para furtar celulares no DF - destaque galeria
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Os bandidos usavam equipamento eletrônico para "hackear" as portas dos estabelecimentos
Os criminosos teriam levado pelo menos R$ 40 mil de diferentes vítimas
A PCDF batizou a ação como Operação Codex
PCDF desarticula grupo especializado em furtos sem arrombamento
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PCDF desarticula grupo especializado em furtos sem arrombamento

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Os bandidos usavam equipamento eletrônico para "hackear" as portas dos estabelecimentos
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Os bandidos usavam equipamento eletrônico para "hackear" as portas dos estabelecimentos

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Os criminosos teriam levado pelo menos R$ 40 mil de diferentes vítimas
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Os criminosos teriam levado pelo menos R$ 40 mil de diferentes vítimas

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A PCDF batizou a ação como Operação Codex
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A PCDF batizou a ação como Operação Codex

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Os criminosos já haviam subtraído mais de R$ 40 mil em eletrônicos em dois furtos consumados. No terceiro caso, ocorrido em 2 de dezembro, o disparo do alarme frustrou a ação e fez com que três suspeitos fugissem.

Codex

O nome Codex remete à ideia de quebra, neutralização e exposição de códigos clandestinos. Simboliza atuação da PCDF contra o uso ilegal de dispositivos capazes de captar e clonar sinais de portas automáticas, tecnologia empregada para facilitar furtos sem arrombamento.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, segundo a PCDF, o proprietário do dispositivo utilizado na clonagem dos códigos confessou os crimes e teve monitoramento por tornozeleira eletrônica determinado pela Justiça.

Outro investigado já possuía prisão preventiva decretada por roubo a coletivos. O equipamento eletrônico empregado nos furtos foi apreendido e encaminhado à perícia.

Segundo a PCDF, a Operação Codex segue em andamento para aprofundar a identificação dos envolvidos, localizar ferramentas utilizadas nos crimes e desarticular o esquema clandestino que vinha prejudicando comerciantes de Planaltina.

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