Múmia do século 16 é de nobre que morreu por infecção estomacal

Análise de DNA revelou que o nobre Giovani d’Avalos, que faleceu em 1586, na Itália, foi teve uma inflamação crônica da vesícula biliar

atualizado 17/06/2022 19:08

Foto colorida de uma múmia Reprodução/Trendsbr/Universitá di Pisa

Em estudo publicado na revista científica Communications Biology, cientistas analisaram o material genético da bactéria E. coli (Escherichia coli), retirada de uma múmia de mais de 400 anos.

“É uma bactéria comum encontrada no microbioma intestinal de vertebrados, que também pode se tornar um patógeno oportunista em condições específicas”, afirmam os pesquisadores no estudo recém-publicado.

Como mostra o site americano Business Insider, a equipe internacional de pesquisadores analisou os restos mumificados de um nobre italiano do período renascentista, cujo corpo bem preservado foi recuperado junto com outros nobres na abadia de San Domenico Maggiore, em Nápoles, Itália, em 1983. Giovani d’Avalos, que “cedeu” a amostra para análise da bactéria, tinha 48 anos quando morreu em 1586, do que se acreditava ser uma inflamação crônica da vesícula biliar, devido a cálculos biliares.

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