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Apuração pelo Brasil

Eleições 2026Distrito Federal

Celina Leão não foi eleita no primeiro turno por 168 votos

Celina recebeu 825.530 votos e, para ter sido eleita sem a necessidade de 2° turno, precisava de 825.698. Celina e Grass seguem na disputa

05/10/2026 13:26
LUIS NOVA / METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Celina Leão não foi eleita no primeiro turno por 168 votos

As eleições para o Governo do Distrito Federal, cujo primeiro turno ocorreu nesse domingo (4/10), serão decididas em segundo turno. Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) seguirão em disputa pelo cargo mais alto do Palácio do Buriti.

Porém, faltaram apenas 168 votos para que a atual governadora e candidata à reeleição definisse a eleição ainda no primeiro turno.

Isso porque, de acordo com a legislação eleitoral, para que um candidato a governador seja declarado vitorioso sem a necessidade de segundo turno, precisa ter 50% + 1 dos votos válidos.

No caso das eleições deste ano, foram registrados 1.651.394 votos considerados válidos — a metade desse valor é 825.697 que, somando uma unidade, obtém-se 825.698.

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Celina Leão conquistou 825.530 votos, ou seja, precisava de mais 168 eleitores apertando seu número nas urnas do DF para vencer no primeiro turno.

Nesta segunda-feira (5/10), Celina Leão afirmou que o “clima de já ganhou” afastou a vitória em primeiro turno. “Por menos de 200 votos não ganhamos para governadora já no primeiro turno. Mas se você ver as pesquisas eu sai de 30% no início da campanha, demonstrando o nosso trabalho”, afirmou.

Busca por votos

O candidatos, agora, entram em campanha para conquistar os votos dos postulantes que ficaram fora da disputa.

Paula Belmonte (PSDB), com 140.765 votos, e Kiko Caputo (Novo), com 72.148, somam, pelo menos, 212.913 eleitores que Celina e Grass podem conquistar durante a campanha do segundo turno.

Questionada se vai pedir apoio de outros candidatos derrotados no primeiro turno, Celina Leão declarou que isso é “natural” e afirmou que vai “pedir apoio de todo mundo, com muita humildade”.

Leandro Grass comentou que pretende “unir todas as pessoas que desejam o bem de Brasília” e que, apesar das diferenças políticas, irá conversar com cada um dos candidatos.