Casos de dengue caem 41,3% no DF; Lago Norte é maior foco de mosquitos
Segundo a Secretaria de Saúde, no DF há queda de 41,3% no número de infectados, mas cenário atual é de risco e ações são necessárias

Apesar de ter registrado queda de 41,3% nos casos de infecção por dengue, na comparação com o começo de 2022, os índices de infestação do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, avançam Distrito Federal, principalmente no Lago Norte.
O cenário foi desenhado a partir de dados dos boletins entomológicos e epidemiológicos, divulgados pela Secretaria de Saúde.

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Ver todasSegundo o estudo, o índice de infestação abaixo de 1 é satisfatório. Entre 1 e 3,9 é de alerta. Acima de 4 representa risco. A média no DF ficou em 1,5. No ano passado, ficou entre 1,2 e 1,3.
Mas o ponto crítico foi o Lago Norte. O bairro nobre do DF registrou 4,17 em taxa de infestação. Segundo o diretor da Vigilância Ambiental, Jadir Costa, a Secretaria de Saúde planeja ações para conter a população de mosquitos na região.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF“Muitas pessoas viajam nesse período do ano. Mas estamos encontrando muitas larvas em piscinas que supostamente foram tratadas. Provavelmente não foi feito o tratamento adequado”, disse.
Além das ações combate aos focos de reprodução do mosquito, segundo o diretor a Administração Regional do Lago Norte, a entidade começará a receber denúncias de possíveis criadouros e as informações serão repassadas para a Saúde.
Brazlândia
A contenção é fundamental para evitar uma explosão de casos em 2023. Por enquanto, há queda das infecções. A pasta notificou 3714 casos prováveis. No mesmo período do ano passado foram 6530. A queda foi de 43,1%.
Em Brazlândia houve uma explosão de infectados, saltando de 40 para 285. O crescimento foi de 612,5%. Outras regiões com aumentos foram Varjão (183,3%), Itapoã (55,2%), Paranoá (26,8%), Riacho Fundo II (22,5%), Recanto das Emas, (10,4%) e Sobradinho (6,6%).
O Lago Norte registrou queda no número de casos, indo de 123 para 53. Segundo Jadir Costa, provavelmente as pessoas trabalham na região são infectadas nelas, mas fazem o registro perto de casa, em outras áreas do DF.



