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Distrito Federal

Bolsonaristas pedem "intervenção federal" em frente ao QG do Exército

Com estoque de comida, banheiros químicos e barracas, bolsonaristas prometem permanecer no Quartel General do Exército pelos próximos dias

01/11/2022 18:18, atualizado 01/11/2022 20:02
Marcus Rodrigues/Metrópoles
Bolsonaristas pedem intervenção militar em QG do Exército após derrota de Bolsonaro

Cerca de 200 bolsonaristas se reuniram na tarde desta terça-feira (1º/11), em frente ao Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano, durante o primeiro pronunciamento de Jair Bolsonaro (PL) após o resultado das eleições de domingo (30/10).

Com estoque de comida, banheiros químicos e barracas, alguns dos presentes prometem acampar no local “até que as Forças Armadas façam uma intervenção federal”. O grupo não admite que o país seja governado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a partir de 1º de janeiro de 2023. Militares do Exército protegem as dependências do QG a fim de evitar qualquer tentativa de invasão.

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Após derrota nas urnas, pedem intervenção contra a democracia
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Após derrota nas urnas, pedem intervenção contra a democracia

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O número representa uma média de pelo menos duas ocorrências por dia
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Bandeira do Brasil foi erguida
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Bandeira do Brasil foi erguida

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Manifestantes dizem que vão permanecer no local
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Manifestantes dizem que vão permanecer no local

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“Não estamos aqui pelo Bolsonaro. Estamos pelo Brasil”, disse uma das manifestantes, enquanto reforçava que o mesmo local receberá um novo ato, marcado para as 9h desta quarta-feira (2/11), feriado de Dia de Finados.

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O pronunciamento de Bolsonaro inflamou o público. “Não vamos aceitar o PT governando o país de novo”, disse outro manifestante, que disse ser de Roraima. “Vamos resistir e persistir aqui”. Próximo das 18h, uma bandeira do Brasil foi erguida aos gritos de: “A nossa bandeira jamais será vermelha”.

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Esplanada

O evento em frente ao QG do Exército começou a ganhar força após a chamada “maior mobilização da história do Brasil” fracassar. A convocação foi marcada para esta tarde na Esplanada dos Ministérios, mas reuniu apenas 10 pessoas. Elas foram embora ao perceber que eram as únicas presentes no ato.

Quando a chuva parou, por volta de 16h, os 10 presentes se reuniram em frente ao Congresso Nacional.

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Logo houve a dispersão
Poucas pessoas compareceram na Esplanada
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As forças de segurança chegaram a fechar as proximidades da Câmara e do Senado. Próximo aos ministérios, onde havia acesso livre, apenas a movimentação comum de veículos de um dia útil.