Bolsonaristas fazem vigília e pedem anistia a condenados pelo 8/1

Oito pessoas se reuniram para uma vigília em prol do grupo de presos, na noite desta segunda-feira (28/7), na Torre de TV

atualizado

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Manifestantes pró-anistia realizam, na noite desta segunda-feira (28/7), uma vigília na Torre de TV, em Brasília, em prol dos presos pelos atos de 8 de Janeiro.
1 de 1 Manifestantes pró-anistia realizam, na noite desta segunda-feira (28/7), uma vigília na Torre de TV, em Brasília, em prol dos presos pelos atos de 8 de Janeiro. - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Um grupo de manifestantes se reuniu, na noite desta segunda-feira (28/7), em protesto pela absolvição dos presos do 8 de Janeiro. Com cartazes, oito pessoas pedem pela anistia dos condenados por participação ou financiamento dos atos antidemocráticos que resultaram na depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília.

Os organizadores fizeram uma vigília em prol do grupo de presos, por volta das 21h. Com uma lista de 150 nomes em mãos, os manifestantes oraram pelos condenados.

Veja vídeo:

“São 150 pais e mães de família, avôs e avós, filhos, netos… pessoas que foram presas e condenadas por crimes que não cometeram”, declarou a advogada Tanieli Telles, que representa os presidiários.

Esta é a primeira vigília do grupo, que também se reuniu na frente do hospital DF Star à época da última cirurgia do ex-presidente Jair Bolsonaro, em abril deste ano.

“Até que o último preso saia da prisão, nós não deixaremos de orar e lutar por anistia”, declarou a advogada.

Segundo Tanieli, o ato desta segunda-feira é espiritual, e não político. “A gente convidou algumas famílias que têm estado com a gente desde o início”, afirmou. “Quem quiser vir orar, buscar a Deus, interceder por essas pessoas, esse é o nosso propósito. Nossa motivação é a paz”, ressaltou.

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Ato foi realizado na Torre de TV
Manifestantes usaram correntes para simbolizar o que classificam como prisão política
Manifestantes usaram correntes para simbolizar o que classificam como prisão política
Ex-deputado Daniel Silveira também é lembrado pelo grupo
Alguns dos presos pelo 8/1
Cerca de 10 pessoas se reuniram na vigília pró-anistia aos presos do 8 de Janeiro
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Cerca de 10 pessoas se reuniram na vigília pró-anistia aos presos do 8 de Janeiro

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Ato foi realizado na Torre de TV
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Ato foi realizado na Torre de TV

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Manifestantes usaram correntes para simbolizar o que classificam como prisão política
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Manifestantes usaram correntes para simbolizar o que classificam como prisão política

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Ex-deputado Daniel Silveira também é lembrado pelo grupo
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Ex-deputado Daniel Silveira também é lembrado pelo grupo

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Alguns dos presos pelo 8/1
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Alguns dos presos pelo 8/1

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Ilda dos Santos, 84 anos
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Ilda dos Santos, 84 anos

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Manifestantes pró-anistia realizam, na noite desta segunda-feira (28/7), uma vigília na Torre de TV, em Brasília, em prol dos presos pelos atos de 8 de Janeiro
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Manifestantes pró-anistia realizam, na noite desta segunda-feira (28/7), uma vigília na Torre de TV, em Brasília, em prol dos presos pelos atos de 8 de Janeiro

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Uma das pessoas convidadas mencionadas pela advogada é Célia Santos, 64 anos, irmã de Adalgiza Maria Dourado, uma das presas do 8 de Janeiro que ficou conhecida por acionar a Organização dos Estados Americanos (OEA) sob a alegação de que sofreu violação de direitos humanos no Presídio Feminino do Distrito Federal (PFDF), a Colmeia. “Juntos somos mais fortes e, com Jesus, somos invencíveis”, declara Célia.

A missionária Ilda dos Santos, 84 anos, também esteve na vigília. “Estamos nesse propósito, e Deus tem nos visitado com muito poder, temos sentido a presença de Deus”, diz.

A manifestação desta segunda-feira cobra do Congresso Nacional a votação imediata do projeto de anistia por parte do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O Congresso entrou em recesso dia 18 de julho sem avançar no projeto de lei (PL) que trata da anistia.

O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, tenta avançar com o projeto desde meados de 2024, mas esbarra em falta de apoio, vontade política e acontecimentos que inviabilizam o tema, como, mais recentemente, a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor o tarifaço de 50% sobre as importações brasileiras.

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