Batalhão da PMDF perde 3 sargentos para a Covid apenas neste mês

O 11º Batalhão da Polícia Militar, em Samambaia, é a unidade onde mais militares perderam a vida para a doença

atualizado 05/04/2021 16:07

sargento da Polícia Militar do Distrito Federal Romildo Pereira, 50 anos ocorreu no Hospital Maria Auxiliadora, no Gama. Essa é quinta morte provocada pela Covid-19 no Distrito Federal.Imagem cedida ao Metrópoles

Nas ruas para garantir a segurança da população do Distrito Federal, praças da Polícia Militar (PMDF) são os integrantes das forças que mais morreram vítimas do novo coronavírus. Até 5 de abril deste ano, pelo menos 53 militares perderam a luta contra a doença. Apenas um dos batalhões, o 11º Batalhão da Polícia Militar (BPM), em Samambaia, registrou a morte de cinco homens. A unidade é o local onde mais militares perderam a vida.

A tropa lotada no quartel sofreu a perda de três sargentos em três dias consecutivos nos primeiros dias deste mês. Na última sexta-feira (2/4), o 2º sargento Eduardo Roberto Alves morreu quando estava internado em uma das UTIs do Hospital Maria Auxiliadora, no Gama.

No dia seguinte, sábado (3), o 1º sargento Reginaldo Francisco da Silva também não resistiu à doença e morreu em um dos leitos do mesmo hospital.

O mesmo ocorreu no último domingo (4), quando o 2º sargento Marcos Antônio da Silva faleceu após ser internado na unidade hospitalar.

 

Após a quinta morte, o comandante da unidade, tenente-coronel Luciano Lima de Araújo, disse ao Metrópoles que a tropa do 11º BPM é aguerrida e permanece na linha de frente para garantir a segurança de Samambaia, mas que todos os cuidados para resguardar a saúde dos policiais estão sendo tomadas.

“Não existe surto na unidade e, por duas vezes, as dependências do quartel passaram por processo de desinfecção”, afirmou.

Primeira morte

A unidade de Samambaia também era o quartel onde trabalha o sargento Romildo Pereira, 50 anos (foto em destaque). Ele foi a quinta pessoa no DF a morrer vítima da Covid-19. O militar foi vencido pela doença em 2 de abril do ano passado, em decorrência do novo coronavírus.

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