Artefato explosivo é deixado em banheiro de universidade na Asa Sul

Item encontrado por funcionário da Universidade Paulista (Unip), nesta sexta-feira (23/4), foi detonado pela PMDF

atualizado 24/04/2021 15:40

ExplosivoDivulgação/PMDF

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) detonou, nesta sexta-feira (23/4), um artefato explosivo deixado no banheiro da Universidade Paulista (Unip) na 913 Sul. O objeto foi localizado por um funcionário da instituição.

A PM foi acionada por volta das 14h e deflagrou a chamada Operação Petardo, dando início aos procedimentos adotados quando há suspeita de material explosivo. Durante a ação, o prédio foi evacuado e o banheiro, isolado.

Para examinar o artefato, o Esquadrão Antibombas do Batalhão de Operações Especiais (Bope) utilizou um robô. Em seguida, um policial militar, vestido com traje antibomba, examinou o objeto.

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Presença de pólvora

A radiografia feita no artefato constatou a presença de explosivos no seu interior. Para desativá-lo, os policiais separaram a fiação interna. Os militares descobriram uma quantidade de pólvora similar à utilizada em bombas para explodir caixas eletrônicos.

O artefato foi neutralizado e detonado. A equipe da PM recolheu o material que sobrou e o entregou à perícia da Polícia Civil. Além da PM, houve a mobilização de integrantes do Corpo de Bombeiros.

Ainda não há informações sobre quem teria deixado o material explosivo no banheiro da universidade. A 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) investiga o caso.

O que diz a Unip

Em nota enviada ao Metrópoles neste sábado (24/4), a Unip se pronunciou sobre o caso. Segundo a instituição, uma avaliação prática com os alunos do curso de fisioterapia estava programada para as 14h. “Provavelmente com intenção de criar tumulto, alguém colocou um artefato no mesmo prédio em que ocorreria a avaliação”, diz a nota.

“O artefato foi identificado por volta das 13h30, por um colaborador, e o local foi imediatamente isolado. Foram transferidos alunos, professores e colaboradores para outro prédio, dentro do campus, distante do local original. E a atividade programada foi realizada normalmente. O artefato não continha um detonador, portanto não iria explodir. Como protocolo de segurança, a polícia decidiu detoná-lo”, finaliza o texto.

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