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Distrito Federal

Após filas no Cras, servidores da assistência social param nesta 5ª

A categoria reivindica aumento da capacidade de atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). Sindicato cobra cinco medidas

22/06/2022 10:26, atualizado 22/06/2022 12:30
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Daniel Ferreira/Metrópoles
Placa azul do Cras

Cerca de 300 servidores da assistência social do DF farão, nesta quinta-feira (23/6), na Praça do Buriti, uma paralisação de 24h para debaterem a situação nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da capital. Após vários dias de filas na porta das unidades, a categoria reivindica aumento da capacidade de atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes).

O sindicato da categoria, o Sindasc, cobra cinco medidas. São elas: nomear todos os aprovados em concurso; conceder as 40h a todos que solicitaram; apresentação de um plano de construção, reconstrução, reforma, locação e reequipamento das unidades; regularização do cargo de auxiliar em assistência social; e projeto de segurança.

Segundo Clayton Avelar, diretor do Sindsasc, “essas cinco propostas apresentadas podem iniciar a superação da presente crise vivida pela assistência social no Distrito Federal”, defende.

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Sindicato cobra cinco medidas
Cerca de 300 servidores estão reunidos na Praça do Buriti
Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do Distrito Federal
A categoria reivindica o aumento da capacidade de atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes)
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A categoria reivindica o aumento da capacidade de atendimento da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes)

Divulgação/Sindsasc
Sindicato cobra cinco medidas
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Sindicato cobra cinco medidas

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Cerca de 300 servidores estão reunidos na Praça do Buriti
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Cerca de 300 servidores estão reunidos na Praça do Buriti

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Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do Distrito Federal
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Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do Distrito Federal

Daniel Ferreira/Metrópoles

“Foram importantes, porque aumentaram de forma expressiva o número de pessoas atendidas, mas ainda é insuficiente. Mesmo se todos forem nomeados ainda ficaremos com apenas 40% do pessoal previsto em lei”, diz o sindicalista sobre as nomeações realizadas em 2020 e 2021.

A última paralisação da categoria, em 9 de junho, resultou no anúncio da concessão das 40h semanais e de novas nomeações, mas ainda não houve publicação no Diário Oficial do DF, sendo essa uma das razões para o novo movimento desta quinta.

O que diz a Sedes

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) esclarece que “acerca da paralisação, o movimento deve garantir um funcionamento mínimo de 30% das unidades para atendimento às famílias”, informou. “Em tempo, é importante destacar o fato de que acerca dos pleitos, na semana passada, tanto o governador Ibaneis Rocha quanto a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, já haviam anunciado a publicação de decreto que autoriza a ampliação da carga horária dos servidores de 30h para 40h semanais”.

A nota informa ainda que o serviço voltará a ser oferecido sem a necessidade de agendamento prévio.

“O serviço vai ocorrer por meio de distribuição de senhas e levando em conta a capacidade de atendimento da unidade. Diariamente, vai ser afixado na entrada do local a quantidade de senhas disponíveis”, diz.

Outra medida anunciada é a abertura dos Cras com as maiores demandas em determinados sábados, principalmente, para preenchimento e atualização do Cadastro Único.

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