Após dois dias parados, 90 ônibus da Marechal voltam a circular no DF
Segundo a empresa, os ônibus “retornam às ruas imediatamente”. Os veículos estavam parados desde quarta-feira (28/10)

Após mais de dois dias, os 90 ônibus da Auto Viação Marechal que estavam parados desde a última quarta-feira (28/10) voltaram a circular no Distrito Federal na tarde desta sexta-feira (30/10).
Os ônibus estavam parados por determinação judicial após a empresa atrasar pagamentos dos veículos à Volvo. A Marechal informou que os valores foram quitados.
De acordo com uma nota enviada pela empresa, “a situação foi resolvida e os veículos retornam às ruas imediatamente”.
Segundo a Marechal, desde o primeiro momento, “a empresa trabalhou para solucionar a questão com rapidez e reduzir ao máximo os impactos para quem depende do transporte público no dia a dia. Mesmo durante esse período, o restante da frota seguiu operando normalmente”.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DF
Receba no seu email as notícias de Metrópoles DF
Frequência de envio: Diário
Ver todas“Agora, com todos os ônibus em circulação, a Marechal retoma sua operação completa e os passageiros voltam a contar com o atendimento regular em todas as linhas”, pontuou a nota, que encerrou agradecendo “a paciência e a compreensão da população do Distrito Federal nos últimos dias”.
Procurada pela reportagem, a Volvo Financial Services confirmou, por meio de nota, que os ônibus estão liberados para circulação.
“Recebemos e aceitamos uma proposta de acordo financeiro proposto pela Auto Viação Marechal. Com isso, a ação de retomada de 90 ônibus que operam no sistema de transportes de passageiros do DF foi revertida”, pontuou a empresa.
Suspensão de liminar
A Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF) chegou a pedir, na manhã desta sexta-feira (30/10), a suspensão da liminar que retirou os ônibus de circulação, após uma determinação judicial expedida em Curitiba (PR).
Os 90 veículos retirados de circulação integram a Bacia 44, que atende regiões como Guará, Ceilândia, P Sul e Taguatinga, e fazem parte da frota de 530 coletivos da empresa.
A PGDF argumentou que a medida é necessária para preservar a prestação dos serviços públicos essenciais à população e permitir o uso dos coletivos exclusivamente no Sistema de Transporte Público Coletivo do DF (STPC/DF).
