Amputada após acidente no DF, jovem faz campanha para comprar próteses

Keyle Cristina Alves, 38 anos, perdeu as duas pernas após ser atropelada por um caminhão no início do ano

atualizado 05/07/2022 11:10

Mulher sentada com as duas pernas amputadasReprodução/Arquivo pessoal

Keyle Cristina Alves, 38 anos, sofreu um acidente de moto, por volta das 17h10, em 27 de janeiro deste ano, quando voltava de moto do trabalho com o marido. Ela precisou amputar as duas pernas após ser atropelada por um caminhão que desviou da colisão entre o veículo que estava e um carro de passeio.

Desde junho, a moradora de São Sebastião tenta arrecadar R$ 310 mil para custear duas próteses biônicas e o tratamento que será realizado na Clínica Da Vinci, em Barueri (SP). Os implantes seriam capazes de fazê-la caminhar novamente.

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“Foi no final de maio, quando caiu a ficha que não conseguiria andar com as próteses do [Hospital] Sarah porque eles não têm a tecnologia necessária para atender uma amputação do meu nível. Não tenho noção de quando conseguirei custear as próteses, mas acho que deve levar um bom tempo”, explica Keyle.

A funcionária do setor administrativo faz sessões de fisioterapia e musculação na rede hospitalar. Também foi oferecida próteses não biônicas para continuar o tratamento no Sarah.

“Quando ocorreu o acidente, imaginei que só teria de amputar uma das pernas. Você não tem noção do impacto na hora. Se o motorista do caminhão não tivesse desviado por conta do barulho, eu teria morrido com certeza”, conta.

A funcionária do setor administrativo também disse que, na perna direita, teve de fazer um corte no fêmur e, na esquerda, uma desarticulação no joelho.

Em cerca de 30 dias, Keyle recebeu, na vakinha que iniciou, mais de R$ 28 mil de 331 apoiares. Para fazer uma doação, basta acessar este link ou transferir para a chave Pix: 06884491663.

O que disse a Rede Sarah

Após a publicação da matéria, a Rede Sarah informou por meio de nota que iniciou o tratamento de Kelly em 2 de junho. Ela segue acompanhada de ortopedista, fisioterapeuta, psicóloga e professora de educação física para prepará-la para a protetização que deve se iniciar em 11 de julho deste mês. Ainda, afirma que tem condições plenas de fazer a protetização que ela necessita para voltar a andar.

Próteses ideais

Em vídeo divulgado nas redes sociais depois da publicação desta matéria, Keyle diz que havia recebido de outros médicos a indicação de que as próteses biônicas seriam ideais para o seu tipo de caso. Veja:

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