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Distrito Federal

Ameaça de massacre em colégio do DF deixa comunidade escolar em alerta

Estudante de escola na Candangolândia encontrou mensagem "Massacre 24/3", na 3ª feira. Desde então, frequência de alunos diminuiu no colégio

27/03/2023 15:34, atualizado 29/03/2023 12:49
Reprodução/Google Street View
CEF 01 Candangolândia fachada

Estudantes, pais de alunos e funcionários do Centro de Ensino Fundamental (CEF) nº 1 da Candangolândia ficaram em estado de alerta desde que acharam uma ameaça de suposto massacre, na última terça-feira (21/3), em um banheiro da instituição de ensino.

Escrita em caixa-alta, a mensagem “Massacre 24/3” foi encontrada por uma aluna do 8º ano, um dia depois de um adolescente de 14 anos ser apreendido, por suspeita de planejar um massacre na EQ 209, em Santa Maria. No caso, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) descartou a possibilidade de ameaça.

No colégio da Candangolândia, uma aluna do 8º ano encontrou, no banheiro feminino, a seguinte mensagem: “Massacre 24/3” ─ escrita em caixa alta. Na data informada, apenas 92 estudantes, dos cerca de 600 matriculados, compareceram às aulas, segundo um funcionário da escola.

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Apesar da ameaça, as aulas continuaram, mas a frequência dos estudantes começou a diminuir gradativamente, ao longo da última semana, e ainda não voltou ao normal.

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“A violência nas escolas está muito alta. Houve aquele alvoroço, e os alunos começaram a faltar”, disse o funcionário, que não quis ter o nome divulgado, por medo de represálias.

Ele acrescentou que alguns responsáveis pelos estudantes cobram posicionamento da escola; outros não têm se sentido seguros para deixar os filhos irem para o colégio, mesmo com o comprometimento do ensino.

Violência nas escolas

Em nota, a PCDF informou que o caso é investigado pela Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) I e, por isso, segue sob sigilo.

Também procurada, a Polícia Militar (PMDF) informou não haver registros na data nem no local informados.

O Metrópoles tentou contato com os responsáveis pela unidade de ensino, mas não teve retorno até a mais recente atualização desta reportagem. O espaço segue aberto para eventuais manifestações.