Aluna é atropelada em faixa de pedestre ao chegar na escola no DF
O acidente ocorreu na quadra 604 da Asa Norte; funcionários relatam falta de sinalização nos arredores e direção perigosa
atualizado
Compartilhar notícia

Uma estudante de 13 anos foi atropelada por um motociclista enquanto atravessava a faixa de pedestres em frente ao Centro de Ensino Fundamental do Setor de Grandes Áreas Norte (CEF GAN), na quadra 604 Norte, em Brasília (DF), no início da manhã de quarta-feira (7/5).
Segundo funcionários da escola ouvidos pelo Metrópoles, a menina teve fratura exposta. Quando o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) chegou ao local, havia muito sangue no local. O motociclista envolvido no atropelamento prestou socorro à vítima no momento do acidente.
Ainda segundo as testemunhas, várias situações de risco são registradas no local em função da falta de sinalização. “Cenas de ‘quase acidentes’, barulhos altos de freio e carros em alta velocidade na via não são incomuns”, reclamou uma fonte ouvida pela reportagem.
A única sinalização próxima à escola é uma placa indicando a faixa de pedestres, esta, por sua vez, bastante desgastada. O acidente ocorreu em horário de entrada de alunos para a aula, quando o movimento no local é intenso.
A unidade escolar registrou um protocolo junto ao Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), na tentativa de reforçar a sinalização na via ou implementação de outra medida. O órgão foi acionado, mas até a última atualização dessa reportagem, não houve retorno.
Veja o local onde o acidente aconteceu:
Estado de saúde da jovem
A adolescente sofreu fraturas graves na tíbia e fíbula, ossos que conectam o joelho ao tornozelo, foi levada ao Hospital de Base pelos bombeiros, e passou por uma cirurgia de quatro horas.
De acordo com familiares, a estudante já iniciou o processo de colocação de pinos na perna, e segue internada, consciente e medicada. Ainda não há previsão de alta hospitalar.
Apesar de sentir dores intensas em alguns momentos, o quadro de saúde é considerado estável, e a recuperação dependerá das próximas etapas de tratamento, como fisioterapia e acompanhamento médico.






