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Distrito Federal

Aeroporto de Brasília: Procon fecha novo quiosque de venda de revistas

Balcão da Infinity Store ocupava o mesmo espaço (e com práticas idênticas) usado anteriormente pela Editora Três

01/10/2019 16:20, atualizado 01/10/2019 18:14
Procon-DF/Divulgação
Aeroporto de Brasília: Procon fecha novo quiosque de venda de revistas

O Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF), vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania do DF, interditou o balcão de venda de revistas Infinity Store, no Aeroporto de Brasília, na manhã desta terça-feira (01/10/2019).

A empresa foi fiscalizada pelo Procon, que agiu mediante denúncias de consumidores feitas no dia 18 de setembro. No local, fiscais constataram a existência de nova empresa na mesma estrutura física em que funcionava o quiosque de malas e revistas da Editora Três – que está interditada pelo Procon desde o último 7 de agosto.

Na ocasião, fiscais verificaram que a nova empresa Infinity Store atua nos mesmos moldes da Editora Três, ofertando mala como brinde ao consumidor que contratar serviço de assinatura de revistas.

O Procon ainda identificou que a razão social da referida empresa é igual a um dos nomes fantasias utilizados pela Editora Três e que as empresas também apresentam endereços em comum.

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“Analisamos recibos de venda, comprovantes de pagamento com cartão, reclamações dos consumidores e ainda a assinatura da Editora Três no Termo de Ajustamento de Conduta que firmou com o Procon. Todas em nome da InfinitySell, que é a razão social da empresa que agora está funcionando no aeroporto”, afirmou o diretor-geral do Procon, Marcelo Nascimento.

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Segundo o diretor, a situação demonstra clara substituição das empresas representadas pela Editora Três pela atual Infinity Store. “Podemos observar que a nova empresa assumiu o lugar da Editora Três para continuar com as mesmas operações, com claro objetivo de burlar a ação de interdição do Procon e com o nítido intuito de fraudar a lei”, defendeu Marcelo.

Com a interdição, a Infinity Store está impedida de exercer suas atividades comerciais no DF. A suspensão é total e por tempo indeterminado, e a empresa tem 10 dias para apresentar defesa ao Procon.