30 kg de maconha no lixo: polícia prende suspeito de ser dono da droga. Veja vídeo
O suspeito de ser dono da maconha, de 18 anos, foi localizado após investigação que mostrou movimentação compra e venda de drogas na casa
atualizado
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Um traficante suspeito de ser dono de cerca de 30 kg de maconha encontradas em um saco de lixo por funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) em uma esquina de Ceilândia Norte, na última quinta-feira (19/3), foi preso na tarde desta segunda-feira (30/3), no Setor Habitacional Sol Nascente (DF).
De acordo com o delegado da 19ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Norte), que investiga o caso, Fernando Fernandes, o suspeito de 18 anos foi capturado com uma grande quantidade de dinheiro vivo, porções de maconha, de cocaína, drogas sintéticas, uma faca e um celular.
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), já estava monitorando o criminoso há algum tempo e intensificou a campana após a droga ser descartada em um saco de lixo.
Em vídeos feitos pela investigação, é possível ver pessoas indo até a residência do traficante, para comprar drogas.
Droga encontrada
Um saco plástico com 30 kg de maconha foi encontrado, na tarde da última quinta-feira (19/3), por funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) em uma via pública de Ceilândia Norte. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga possíveis traficantes que atuam na região.
Equipes policiais da 19ª DP (Ceilândia Norte) realizam varreduras no local onde o material foi encontrado, em busca de câmeras de segurança e outros elementos que possam ajudar a identificar os responsáveis.
O delegado incumbido pela unidade detalha que a quantidade apreendida poderia render cerca de 30 mil cigarros de maconha. Se considerado o valor médio de R$ 10 por unidade, o prejuízo estimado para o tráfico é de aproximadamente R$ 300 mil.
Ele ainda expõe relatos de que, considerando a operação “Resina Oculta”, realizada pela PCDF na manhã da última quinta (19/3), os traficantes, por medo de serem flagrados com a quantidade de entorpecente, teriam deixado o material no local.
A corporação solicita que quaisquer informações que possam contribuir com a investigação do caso seja denunciada pelos meios oficiais da PCDF: telefone 197, WhatsApp (61) 98626-1197, ou clicando aqui.
