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Vidas em Movimento: entregadora transforma obstáculos em oportunidades

Maria Carolina se reinventou, abriu um negócio de doces e, por meio de benefícios como o iFood Pago, ampliou o empreendimento

Pedro Lemos
Foto colorida de uma mulher ao lado de uma moto - Metrópoles
iFood | Conteúdo patrocinado
17/08/2026 11:00, atualizado 17/08/2026 11:30

Durante a pandemia, Maria Carolina Rodrigues Souza, de 45 anos, viu o negócio que mantinha no Guará (DF) entrar em colapso. Proprietária de uma pizzaria delivery que também vendia marmitas durante o dia, ela acumulou dívidas, teve dificuldades para pagar o aluguel e recorreu a empréstimos informais na tentativa de manter a empresa aberta.

Foi então que decidiu recomeçar. Incentivada por motoboys que já prestavam serviço para o restaurante dela, Maria Carolina começou a atuar como entregadora do iFood em 2021. O que começou como uma alternativa para sobreviver tornou-se o ponto de virada na vida da família.

Literalmente ser entregadora do iFood mudou a minha vida, me trouxe estabilidade financeira. O iFood me deu uma oportunidade e eu agarrei.

Maria Carolina Rodrigues Souza

 

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A nova atividade permitiu reorganizar as finanças da casa. E, ao perceber o quão rentável era, o marido também se juntou a ela e passou a trabalhar como entregador. “Na época, ele começou a fazer as entregas com a bicicleta mesmo, depois tirou a habilitação e foi ser motoboy”, conta. 

Com a renda extra no iFood, o casal conseguiu recuperar a estabilidade financeira perdida durante a pandemia.

Buscando equilibrar a rotina, Maria Carolina passou a conciliar o trabalho como entregadora com um emprego formal como motofrentista em um hospital no Distrito Federal.

Porém, em 2024, um acidente ocorrido durante o deslocamento para o emprego formal, mudou toda a rotina da família. 

Um novo começo

Com limitações físicas e unindo a expertise que acumulou ao longo do tempo, Maria Carolina encontrou um novo caminho. Pensando em uma nova forma de ter uma renda complementar, a empreendedora então decidiu apostar em sobremesas.

Comprou poucos ingredientes, utilizou um freezer antigo na garagem de casa e abriu uma pequena loja no aplicativo iFood vendendo dindins gourmet (picolé artesanal feito com sucos, frutas ou cremes congelados em saquinhos plásticos).

Foto colorida de uma mulher segurando dindins - Metrópoles
Venda de dindins gourmet deu tão certo que se tornou a principal fonte de renda da família

Se tem uma coisa que o iFood me ensinou nesses anos, foi que, com força de vontade, você não precisa de uma grande estrutura para abrir um restaurante no aplicativo. E graças a Deus, está dando muito certo.

Maria Carolina Rodrigues Souza

O plano era apenas complementar a renda. Mas, a procura cresceu rapidamente e transformou o pequeno negócio na principal fonte de sustento.

Com a grande demanda, Maria viu a necessidade de ampliar a estrutura da operação. Foi então que, em janeiro deste ano, conseguiu um empréstimo pelo iFood Pago, que permitiu fazer melhorias no negócio. A garagem virou uma loja, equipada inclusive com energia solar.

Impacto que ultrapassa a renda

A transformação de Maria Carolina não ficou restrita à própria família. Durante os anos como entregadora, ela fundou o Moto Brabas, coletivo que reúne mais de 200 mulheres entregadoras do Distrito Federal e Entorno e se tornou referência nacional no incentivo à presença feminina na profissão.

Foi também por meio da plataforma, pelo iFood Chega Junto, edital criado para apoiar projetos desenvolvidos por entregadores, coletivos e organizações sociais, que ela conseguiu transformar outra ideia em realidade.

Com recursos do programa, nasceu o Mecânica para Elas, projeto que oferece capacitação em manutenção básica de motocicletas, primeiros socorros e saúde mental para mulheres entregadoras.

A iniciativa busca aumentar a autonomia das participantes, reduzir custos de manutenção e reforçar a segurança durante o trabalho.

A primeira edição contou com 30 participantes. E, após o sucesso, a segunda turma chegou a capacitar 53 mulheres.

Quando você aprende a resolver um problema na moto, você sai de uma situação de risco sem depender de ninguém. Fazer uma troca de pneu, emenda, farol, esses pequenos consertos que te salvam em uma situação de emergência.

Maria Carolina Rodrigues Souza

Criado em 2023, o iFood Chega Junto investiu R$ 1 milhão na primeira edição para apoiar 25 projetos que impactaram cerca de 11 mil pessoas.

A segunda edição ampliou o investimento para R$ 10 milhões e, até o momento, já selecionou 38 iniciativas em todas as regiões do país, beneficiando mais de 200 mil pessoas.

Além do apoio financeiro, os participantes recebem consultoria em gestão de projetos, gestão financeira e métricas de impacto.

Outras vantagens

Além do Chega Junto, o iFood mantém uma série de iniciativas voltadas à segurança, ao bem-estar e ao desenvolvimento dos entregadores. A plataforma conta com a maior rede de Pontos de Apoio do país para a categoria, oferecendo gratuitamente banheiros, água, pontos para recarga de celulares e espaços de descanso.

Algumas unidades também disponibilizam micro-ondas, geladeiras, televisão e recebem ações de saúde e capacitação ao longo do ano.

Outra iniciativa é a Central de Apoio Psicológico e Jurídico, criada em 2023 em parceria com o coletivo Black Sisters in Law, que oferece atendimento gratuito e sigiloso para entregadores vítimas de discriminação, ameaças, agressões e outras situações de violência. 

Já a Central Social acompanha entregadores e familiares em casos de acidentes graves, oferecendo orientação sobre o seguro da plataforma, apoio psicológico e encaminhamento aos serviços públicos de assistência e saúde.

Em 2026, a empresa também lançou o Juntas iFood, uma rede de proteção voltada exclusivamente às entregadoras em situação de violência doméstica.

Desenvolvido em parceria com o projeto Justiceiras, da Associação Justiça de Saia, o programa oferece atendimento jurídico, psicológico e socioassistencial de forma gratuita e sigilosa.

Vidas em Movimento

O projeto Vidas em Movimento, em parceria com o iFood, conecta histórias de entregadores que tiveram a vida completamente mudada a partir da experiência dentro da plataforma de entrega. Por trás de cada entrega, existe uma história.

Assim como Maria Carolina, o Metrópoles também ouviu Soraia Figueiredo Santos. A entregadora, mãe de três filhos, conseguiu terminar o Ensino Médio por meio de uma iniciativa do iFood e, atualmente, consegue ter mais autonomia e libertade com a renda das entregas. Conheça mais esta história.

E esse é o Brasil que faz o iFood.