atualizado
A Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (ABEBI) destacou uma tendência que vem ganhando força no país: o ensino bilíngue cresceu 10% nos últimos cinco anos e tem se tornado um requisito indispensável na hora de selecionar a escola dos filhos.
De acordo com o Ministério da Educação (MEC), houve um aumento de 64% na procura por escolas com um segundo idioma, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Por isso, os colégios que buscam formar estudantes cada vez mais preparados e conectados alinham o conhecimento com o programa Thomas Bilíngue for School, braço educacional da tradicional Casa Thomas Jefferson.
É o caso do colégio Marista Rosário, em Porto Alegre, que aderiu ao projeto em 2022 e promoveu, por meio da disciplina, uma mudança significativa na forma como o idioma é vivenciado pelos estudantes.
Mais do que aulas de inglês, o programa propõe uma educação bilíngue integrada, onde a língua é utilizada em diferentes contextos e áreas do conhecimento, de forma natural, significativa e progressiva.
Desde as séries iniciais, os estudantes são estimulados a se comunicar, resolver problemas, criar projetos e interagir em inglês, desenvolvendo não apenas a fluência no idioma, mas também competências essenciais do século XXI, como pensamento crítico, criatividade, colaboração e autonomia.
“O objetivo é que o estudante se aproxime da língua de forma significativa, apreciando e valorizando suas próprias aprendizagens, para que, a partir de suas vivências bilíngues, possa ampliar seus horizontes, fortalecer o desejo de aprofundar o domínio da língua e expandir sua compreensão do mundo.”
Vivian Bitello, vice-diretora do Colégio Marista Rosário
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Consultoria 360
O programa foi criado para auxiliar no desenvolvimento da educação bilíngue real em escolas parceiras de todo o Brasil por meio de uma consultoria 360, ampliando a área pedagógica, comercial e de campanha de marketing, contemplando a construção curricular, a formação contínua de professores, o acompanhamento pedagógico, a avaliação de aprendizagem e o apoio à gestão escolar.
Atualmente, o Thomas Billíngue for Schools atende mais de 140 escolas em diferentes regiões do país com um olhar personalizado que respeita a identidade, cultura e proposta pedagógica de cada instituição. A consultoria oferecida não é uma solução pronta, mas um atendimento personalizado, com olhar individualizado e adaptação às características e necessidades de cada escola, respeitando sua filosofia e cultura.
“Não somos uma caixinha mágica. Cada instituição de ensino tem sua identidade, uma filosofia e cultura. Nosso trabalho começa entendendo quem é essa escola e o que faz sentido para ela. A partir disso, construímos juntos”, afirma Robson.
Exame de Cambridge
Reconhecida pelo Departamento de Estado da Embaixada dos Estados Unidos por excelência em inglês, a instituição Thomas Jefferson é referência absoluta em aplicação do exame de Cambridge e estende essa capacidade aos seus parceiros, que se tornam centros aplicadores, ampliando a visibilidade institucional e beneficiando não apenas alunos das escolas associadas, mas a comunidade em geral.
O programa Thomas Bilíngue for Schools também está apto a preparar e aplicar simulados espelhados nos exames internacionais, focados na mensuração da produção linguística do estudante ao término dos ciclos do Ensino Fundamental (4º e 9º anos).
Seguindo o mesmo formato das questões dos exames, os simulados fornecem resultados que informam o progresso do aluno na sua jornada de aprendizagem do idioma.

Metodologia de Ensino
A metodologia da instituição permite trabalhar com alunos de diferentes níveis por meio de testes de avaliação e acompanhamento. Para estudantes com pouco ou nenhum contato prévio com inglês, a Thomas e as escolas oferecem programas de aceleração.
Segundo Robson, o acompanhamento em sala de aula faz parte de um processo formativo e tem caráter construtivo para o docente e o aluno.
“A ideia de observar aula e acompanhar o professor não é punitiva. É de construção. Observamos, damos retorno, ajustamos juntos e melhoramos a prática”, reforça o gestor.
Assim, o ensino bilíngue passa a ser visto como uma necessidade formativa e não apenas um diferencial.

