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Nos últimos anos, o Governo do Distrito Federal tem promovido mudanças concretas, estruturais e, sobretudo, humanas. Com investimentos em mobilidade urbana, saúde, cultura, assistência social e urbanização de áreas antes esquecidas, o GDF transforma a capital em um espaço mais digno, funcional e acessível para todos. Não é apenas uma questão de obras — é sobre enxergar quem precisa. E atuar ativamente pelo bem-estar de todos.
Brasília em movimento: viadutos, túneis e fluidez no trânsito
Nos últimos anos, o trânsito do Distrito Federal ganhou novo ritmo com a entrega de grandes obras viárias que facilitaram a mobilidade urbana e integraram as regiões administrativas. Desde 2019, o GDF entregou 11 viadutos, reconstruiu o Viaduto do Eixão Sul, reformou o Buraco do Tatu e entregou o maior túnel urbano do país, o Túnel Rei Pelé, em Taguatinga.
Essas obras somam R$ 760,6 milhões em investimentos e geraram mais de 6 mil empregos diretos e indiretos. Ao todo, permitiram alívio no tráfego para mais de 320 mil veículos por dia, melhorando significativamente o tempo de deslocamento e a segurança no trânsito.

Reconstruído após um desabamento em 2018, o Viaduto do Eixão Sul devolveu fluidez ao centro de Brasília; os Viadutos do Setor Policial eliminaram um dos gargalos mais críticos da Asa Sul; o Viaduto do Recanto das Emas-Riacho Fundo II tem facilitado o acesso entre Gama e Samambaia; o Viaduto de Sobradinho beneficia diretamente os moradores da região norte; o Viaduto do Itapoã-Paranoá integrou a saída leste com ciclovias e novas vias duplicadas; e o Viaduto do Jardim Botânico, com três faixas em cada sentido, tem melhorado o fluxo da região.
Outro marco da gestão foi a entrega do Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, com mais de um quilômetro de extensão, conectando a EPTG à Avenida Elmo Serejo e beneficiando 135 mil motoristas diariamente. A obra encerrou um ciclo de espera de mais de 40 anos.

Já o Buraco do Tatu, tradicional ligação entre os Eixos Norte e Sul, foi reformado pela primeira vez em 60 anos. Além de restaurar o espaço, a obra recuperou o Marco Zero de Brasília, ponto simbólico da capital.

Sol Nascente: de favela a cidade
Em meio a essa série de obras estruturantes, uma transformação chama a atenção por sua força simbólica e social: o renascimento do Sol Nascente. O lugar que um dia foi considerado a maior favela do Brasil hoje caminha a passos largos para se consolidar como uma cidade com infraestrutura, equipamentos públicos, políticas sociais e, sobretudo, dignidade.
O impacto dessa mudança pode ser sentido diretamente na vida das pessoas. Igor Passos Pires, morador do Sol Nascente, compartilhou a vivência de quem acompanhou tudo de perto. “Quando meus pais chegaram aqui, em 1996, não tinha nada. Eu cresci nesse cenário de poeira, lama e dificuldade. Quando fazia sol, era poeira que entrava em tudo. Quando chovia, era lama. Minha irmã, por exemplo, tinha crises sérias de bronquite, por causa da poeira. Não havia asfalto, não havia água encanada. E o transporte? Era preciso andar mais de um quilômetro para conseguir pegar ônibus”, relembra Igor.

Segundo ele, as mudanças começaram a surgir em meados de 2006, com a chegada das obras de água encanada, águas pluviais e pavimentação da avenida principal. “Foi quando a gente começou a ver que aqui também podia ser cidade”, diz.
Desde de 2019 essas mudanças foram intensificadas e hoje o Sol Nascente conta com creches, escolas, UPA, asfalto, rodoviária, unidades de saúde, áreas de lazer, moradia e iluminação pública. O bairro recebeu investimento em infraestrutura urbana e social, com saneamento básico, habitação, mobilidade e regularização fundiária. “A gente tem orgulho de dizer que mora aqui. Ainda tem o que melhorar, mas o contraste com o passado é gritante”, completa Igor.
A comunidade, antes invisibilizada, agora é modelo de como o investimento público pode transformar vidas.
Teatro Nacional
Outro símbolo de compromisso e resgate do DF é o Teatro Nacional Claudio Santoro, fechado por uma década. Após anos, o GDF iniciou uma série de obras de requalificação, que permitiram a reabertura da Sala Martins Pena, devolvendo à população o acesso a um dos palcos mais importantes da capital federal.

A reabertura vai muito além do entretenimento. Representa o resgate da memória cultural de Brasília, o fortalecimento da economia criativa e a valorização da arte como parte fundamental da cidadania.
Restaurantes comunitários: dignidade no prato
Enquanto algumas capitais enfrentam o aumento da fome e da insegurança alimentar, o Distrito Federal avançou com políticas públicas que garantem refeição acessível, saudável e digna à população em vulnerabilidade.
Desde 2019, o GDF reabriu unidades que estavam fechadas, ampliou o funcionamento dos restaurantes comunitários e reduziu o preço do almoço de 3 para 1 real. Hoje, 18 unidades oferecem almoço e 13 servem também café da manhã e jantar.

O custo? Apenas R$ 1 para o almoço e R$ 0,50 para o café da manhã e o jantar. Com apenas R$ 2,00 por dia, uma pessoa pode realizar as três principais refeições. Por mês, mais de 1,4 milhão de refeições são servidas, garantindo segurança alimentar e nutricional para quem mais precisa.
Uma Brasília que acolhe
As melhorias promovidas pelo Governo do Distrito Federal não estão apenas no concreto, mas na forma como a cidade acolhe seus cidadãos. Cada viaduto entregue, cada refeição servida, cada rua pavimentada e cada espaço cultural reaberto é um passo no caminho de uma capital mais justa, acessível e com mais qualidade de vida.
Seja na vida de Igor, que viu o Sol Nascente deixar de ser poeira e lama para se tornar cidade; seja no prato de quem almoça e paga R$ 1 nos restaurantes comunitários; seja na retomada da cultura proporcionada pelo Teatro Nacional; ou na fluidez das pistas que agora conectam com mais agilidade diferentes regiões, a sensação é a mesma: o Distrito Federal está progredindo.

