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O padrão é tão consistente que se torna suspeito. Entre 1850 e 1889, o Brasil viveu um de seus períodos mais produtivos. A malha ferroviária saltou de 14 km para mais de 9 mil km. As exportações multiplicaram-se por cinco. O PIB per capita cresceu 40%. Porém, enquanto livros didáticos dedicam capítulos exaustivos a proclamações e figuras políticas, os nomes de quem assinou os cheques e projetou as soluções aparecem apenas em notas de rodapé.
Nomes como o Barão de Mauá, que financiou do próprio bolso obras de saneamento e iluminação que o Estado não tinha competência para bancar, foram empurrados para a obscuridade.
O mesmo aconteceu com Delmiro Gouveia, que enfrentou cartéis estrangeiros para eletrificar o sertão e acabou assassinado em um crime nunca esclarecido.
Ou os Irmãos Rebouças, engenheiros que executaram as obras de engenharia mais ousadas da América do Sul no século XIX, mas cujos rostos raramente são associados ao progresso que geraram.
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“Os empreendedores brasileiros foram sistematicamente removidos da narrativa que o país conta sobre si mesmo. Houve uma escolha deliberada por exaltar a burocracia em detrimento da execução”, afirma Tallis Gomes, cofundador e presidente do G4, maior plataforma de soluções empresariais para PMEs do país.
O preço de apagar o passado
Essa omissão histórica tem um custo alto no presente. Hoje, o setor privado responde por 72% dos empregos formais, 30% do PIB brasileiro e sustenta a engrenagem da Previdência e da máquina pública. Mesmo assim, o empreendedor segue sendo tratado no debate público como um suspeito ou como um “estoque de impostos” a ser tributado até a exaustão.
Para Tallis Gomes, um país que não reconhece seus construtores do passado é incapaz de oferecer segurança jurídica e liberdade para os que produzem hoje. O resultado é crônico: “um sistema tributário hostil e uma cultura que penaliza o lucro e o sucesso”, enfatiza.
“O Brasil tem uma mania perversa de idolatrar o burocrata e vilanizar quem gera o emprego. A história oficial foi escrita para que as pessoas acreditem que o progresso vem de uma canetada em Brasília, quando, na verdade, sempre veio do suor dos empreendedores” finaliza Gomes.
Resgatando os Heróis do Brasil
Foi para combater essa distorção que o G4 lançou a campanha A Verdade. O projeto disponibiliza episódios da série documental original “Heróis do Brasil”, realizando um resgate visceral das trajetórias que a versão oficial realizou um apagamento histórico.
Do pioneirismo industrial de Mauá à visão disruptiva de Santos Dumont — um inventor que também precisou ser um exímio gestor de seus projetos —, a série revela uma tese clara: o progresso brasileiro sempre foi movido por capital privado e principalmente disposição individual. A série está disponível no YouTube do G4.
Do resgate histórico à ferramenta prática
O empreendedor que ergue o Brasil hoje é herdeiro direto dessa linhagem. E merece o que a história negou aos construtores que vieram antes dele: direção, voz e poder.
Por isso o G4 liberou A Bússola. Curso gratuito e 100% online com as ferramentas de gestão das maiores operações do mundo, agora na mão dos empreendedores brasileiros que se recusam a construir sem rumo.
Neste link você acessa o curso gratuito A Bússola.
O conteúdo está disponível gratuitamente por tempo limitado.

