atualizado
O compromisso com a sustentabilidade já faz parte da estratégia de muitas empresas. Investir em energias renováveis, modernizar processos e reduzir impactos ambientais, por exemplo, são práticas que fortalecem a competitividade no mercado. Nesse sentido, o Banco da Amazônia tem auxiliado diversos empreendedores que querem crescer de forma responsável.
Uma das facilidades que o banco oferece é a linha de crédito Amazônia Empresarial Verde, voltada para empresas que desejam expandir e modernizar as atividades com bases sustentáveis.
O financiamento atende empreendimentos presentes nos estados do Pará, Amapá, Acre, Tocantins, Amazonas, Roraima e Rondônia.
Com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), a linha apoia:
- Negócios que adotam tecnologias limpas
- Aqueles que possuem uma gestão responsável dos recursos naturais.
- Empreendimentos que promovem cadeias de suprimentos conscientes.
A linha também financia projetos voltados à eficiência energética, incluindo fontes alternativas e renováveis, além de incentivar empresas a considerar o meio ambiente como parte estratégica do negócio.
Assim, aumentando a participação das empresas nas ações para mitigar as emissões de gases de efeito estufa e os impactos do aquecimento global.
O programa é direcionado a empreendimentos da indústria, agroindústria, turismo, comércio, serviços, saúde, cultura e educação.
O Amazônia Empresarial Verde oferece condições adaptadas ao perfil de cada empreendimento, com prazos que variam em até 36 anos, com carência de até 5 anos.
Crescimento sustentável
Além da linha de crédito Amazônia Empresarial Verde, o banco oferece outras opções de financiamentos que têm facilitado a vida de empreendedores da região Norte do país.
O produtor rural Alberto Oppata, de 70 anos, por exemplo, foi um dos beneficiados pelo Pronampe, programa destinado à micro e pequenas empresas.
“O financiamento foi muito importante para ampliar o meu negócio. Consegui aumentar a produção de cultura com plantios de cacau e açaí, além de melhorar a produtividade com a compra de tratores e veículos para agricultura”, aponta Oppata.
Com uma área de 60 hectares de produção, Oppata desenvolve um sistema de agrofloresta que conta com o plantio sustentável de cacau, açaí, cupuaçu e pimenta do reino. Toda a produção é destinada à Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu, no Pará, que exporta os produtos para várias regiões do país.
A partir do crédito do Pronampe, Oppata conseguiu aumentar o faturamento chegando a R$ 500 mil neste ano. “Consegui sair de um microprodutor rural para um agricultor familiar. E isso é muito significativo”, ressalta.

