Cidades inteligentes e IA pautam evento de engenharia em São Paulo

Cerca de 3 mil profissionais compartilharam e debateram soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável

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1 de 1 Fotografia colorida mostrando congresso de engenharia-Metrópoles - Foto: Divulgação

atualizado

metropoles.com

De 8 a 9 de agosto, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) promoveu o 12º Congresso Estadual de Profissionais de Engenharia (12º CEP) e o Colégio de Inspetores de 2025. No evento, autoridades do poder público e referências em inovações tecnológicas compartilharam soluções de cidades inteligentes e sustentáveis para cerca de 3 mil profissionais ligados à engenharia, agronomia e geociências. O evento teve o apoio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).

Além de consolidar os delegados de São Paulo que participarão do Congresso Nacional de Profissionais da Engenharia, o evento teve palestras sobre inteligência artificial no setor público, cidades verdes, recuperação de áreas após tragédias ambientais, entre vários outros temas.

Estiveram representados 645 municípios durante os eventos. O objetivo foi valorizar o papel estratégico das engenharias e demais áreas ao promover debates sobre assuntos que impactam diretamente a sociedade e o desenvolvimento de cidades.

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O 12º CEP e o Colégio de Inspetores teve a cerimônia de abertura liderada pelo presidente do Confea, Vinicius Marchese; pela presidente do Crea-SP, Lígia Marta Mackey; pelo secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, Gilberto Kassab; e pelo vice-governador de São Paulo, Felicio Ramuth.

Lígia foi a primeira a falar reforçando a importância da engenharia, seguida de Marchese, que detalhou como o engenheiro se encaixa no conceito de cidade inteligente. “É aquela que o cidadão tem bom saneamento, água potável e boa mobilidade”, explicou.

A presidente do Crea-SP reforçou o papel estratégico da engenharia no desenvolvimento de São Paulo, vista pelo conselho como fundamental para ditar as cidades inteligentes. “Diálogo, escuta qualificada e projeto. É a união entre conhecimento, responsabilidade pública e visão estratégica.”

Em seguida, após Kassab, que é engenheiro, receber a carteirinha atualizada do Confea e parabenizar o Crea como fundamental, foi a vez de Felicio Ramuth detalhar os planos estaduais para cidades inteligentes.

Na capital paulista, por exemplo, engloba-se a revitalização do centro, a finalização de obras de transporte público e a incrementação de mobilidade marítima e ferroviária.

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No sábado (9/8), foi ministrado um total de 13 palestras, divididas nos palcos: “Futuro das cidades”, “Cidades resilientes”, “Crea-SP” e “Políticas Públicas”.

Entre os nomes de peso que palestraram estiveram Marcos Penido, engenheiro civil e secretário executivo de Governo de São Paulo, que abordou o avanço da infraestrutura e as estratégias para disseminação do BIM; Vanessa Carlim, manager of Customer Success e executiva de Atração e seleção & Admissão da Gupy, que tratou das competências do futuro; e Egon Daxbacher, representante da Inteli, que trouxe o tema de mudanças necessárias na educação.

Bruna Biazzi, gerente de Novos Negócios na Necta, trouxe ao debate o mercado de biogás; e Thiago Roza, engenheiro eletricista e gerente comercial de Soluções de Recarga da BYD, que abordou o futuro da mobilidade.

Além deles, Breno Machado, representante da Huawei no Brasil, apresentou em “Futuro das Cidades” como a Inteligência Artificial é fundamental no setor público, pontuando melhorias que podem ser alcançadas nos pilares fundamentais da educação, saúde e segurança.

No mesmo palco, Vinicius Marchese voltou ao púlpito para mediar a conversa com a secretária adjunta da Reconstrução Gaúcha, Angela de Oliveira, e a diretora de Projetos e Programas do CDHU, Maria Teresa Diniz, para compartilhar métodos de recuperação de municípios afetados por tragédias climáticas, trazendo como foco a tragédia de São Sebastião, em São Paulo, em 2023 e as enchentes no Rio Grande do Sul em 2023 e 2024.

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No palco do Crea-SP, a secretária municipal de Planejamento Urbano de Taubaté, Marcela Franco, contou a trajetória como secretária de Obras de Pindamonhangaba, reforçando como um plano diretor revisado colocou a cidade “nos trilhos” e os planos para Taubaté, cidade natal.

Em “Cidades Resilientes”, o diretor do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática, Maurício Guerra, fechou o evento revelando os planos de capacitação do governo federal para que as cidades encaixem-se nas metas de redução das emissões de gases prejudiciais à atmosfera.

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