Bosque Pintassilgo, na Bela Vista, ganha plantio de espécies nativas

Iniciativa integra o projeto São Paulo + Verde e acontecerá todos sábados até a realização da COP 30

Foto: Prefeitura de São Paulo
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atualizado

metropoles.com

Em mais uma ação para consolidar o compromisso de expandir a cobertura vegetal de São Paulo e torná-la uma cidade mais resiliente às mudanças climáticas, a prefeitura promove um pacote de medidas dentro do projeto São Paulo + Verde, que incluem a arborização e a implantação do Bosques Urbanos, programa criado em fevereiro deste ano.

Para marcar essas iniciativas voltadas ao meio ambiente, foi realizado no sábado (23/8) o plantio, ao lado da população, de aproximadamente 500 mudas nativas da Mata Atlântica no “Bosque Pintassilgo”, na Bela Vista, região Central, marcando o início de um mutirão verde em novos espaços da cidade. A iniciativa acontecerá todos os sábados, por todas as subprefeituras da cidade, até a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), que será realizada em novembro, em Belém (PA).

Somente no mês de agosto, a administração plantou mais de 2 mil mudas em sete bosques que estão sendo executados no momento e espalhados em diferentes regiões da cidade. Atualmente, há dez espaços deste tipo em São Paulo e a meta do programa é chegar a 50 até 2028. Saiba mais aqui.

Também foram plantadas 64 mil árvores na capital, sendo 62 mil somente entre janeiro e julho de 2025. A previsão é que sejam mais 120 mil até o final deste ano.

Essas iniciativas fazem parte de um conjunto de medidas envolvendo diversas secretarias que a atual administração está implementando para servir de exemplo durante a COP 30.

Novo bosque da região central

A área escolhida para receber o novo bosque urbano da capital, na área entre a Rua João Passalaqua e o Viaduto Júlio de Mesquita Filho, tinha histórico de descarte irregular de lixo e baixa arborização.

O local receberá espécies como araticum, pau-ferro, paineira, ipê-tabaco, açoita-cavalo, jatobá, quaresmeira, mulungu, ipê-branco, guapuruvu, gabiroba, saguaragi, sangra-d’água, embaúba, falso-barbatimão, algodoeiro, pau-formiga, guanandi, gariroba (Syagrus), jerivá, ingá-feijão, suinã, urundeúva e ingá, dentre outras, totalizando 493 mudas provenientes de dois viveiros municipais: Manequinho Lopes e Harry Blossfeld.

O nome Pintassilgo não foi escolhido por acaso: trata-se de uma ave comum em São Paulo, que se alimenta de sementes e pequenos frutos secos. Cada bosque funciona como um berçário natural para o desenvolvimento de aves, e por isso recebem nomes que homenageiam espécies de pássaros.

Pulmões verdes

Os bosques contribuem para o resfriamento da cidade — a temperatura em seu interior pode ser até 6 graus menor em comparação a áreas sem vegetação. Também funcionam como “pulmões verdes”, ajudando a reduzir a poluição do ar ao transformar parte do gás carbônico em oxigênio.

Além disso, a área promove corredores de biodiversidade em meio à urbanização de São Paulo. O programa envolve as secretarias das Subprefeituras, do Verde e do Meio Ambiente e de Mudanças Climáticas.

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