
Pouca vergonhaColunas

Vai dar em sexo! Aprenda como começar uma conversa em apps de namoro
Além do primeiro encontro, algumas pessoas têm dificuldade de começar um conversa realmente interessante nos apps de namoro; veja dicas
atualizado
Compartilhar notícia

Você pode até não usar aplicativos de relacionamento no dia a dia para descolar uns “contatinhos”, mas com certeza conhece alguém que já o fez ou ainda o faz. Se você decidiu aderir aos aplicativos de relacionamento na sua viagem de férias ou de Carnaval, a Pouca Vergonha separou algumas dicas de como começar uma conversa.
A psicóloga Larissa Fonseca explica que, no começo, o ideal é manter a conversa fluindo. “Faça um esforço para buscar algo relacionado com o perfil da pessoa, de acordo com fotos e interesses. Desta forma, há uma ativação do córtex pré-frontal por meio deste engajamento, mais do que um simples cumprimento genérico”, ensina.
A especialista comenta, ainda, que o importante é vocês terem alguma afinidade para conversar, como: “Percebi que você gosta de correr, onde você treina? Na rua ou na esteira?” ou “Nossa você é fã de café. Com ou sem açúcar?”, exemplifica.
Encontro após a conversa
Além da conversa inicial, outra questão que frequentemente levanta dúvidas ao flertar on-line é o que estar atento antes de um encontro presencial. Confira as dicas a psicóloga:
- Atenção em como a pessoa está no app de relacionamento e nas redes sociais: fotos ajudam a identificar possíveis discrepâncias.
- Escolha um local público e movimentado: se possível, tenha conhecidos próximos na região onde combinou o date.
- Se der, faça uma chamada de vídeo antes com o contatinho, para reduzir riscos e até alguma discrepância.
- Alinhe expectativas: saber o que a outra pessoa busca evitar frustrações desnecessárias.
Match de Carnaval
O Carnaval é uma época de descontração e animação. Pensando nisso, muitas pessoas “se jogam” em aventuras e acabam deixando o cuidado de lado.
“O ‘efeito Carnaval’, para quem está buscando um match, gera um pico de dopamina, o que pode levar a conexões intensificadas — que, normalmente, são passageiras”, acrescenta Larissa.
Por isso, a máxima de pé no chão e sexo com proteção segue sempre válida.










