Rubber: o fetiche que explora o tesão por roupas e materiais de látex
Um dos fetiches mais comuns da comunidade BDSM é o rubber, caracterizado pela atração por roupas e materiais feitos de látex

Nos últimos dias, uma polêmica envolveu Hevelly Gusmão e Franciny Ehlke. Segundo Gusmão, Ehlke publicou um vídeo supostamente voltado ao público que consome conteúdos fetichizados. Na gravação, a influenciadora aparece vestindo uma camiseta de látex enquanto passa óleo na peça. Embora não seja possível afirmar a real intenção, o formato se assemelha ao rubber — termo usado para designar o fetiche por roupas e materiais de látex.

Do que se trata?
A cultura rubber — na tradução, borracha — surgiu nos Estados Unidos e na Europa, entre as décadas de 1970 e 1980, e faz parte do universo BDSM. A atração sexual não está somente em usar as peças, mas também, em alguns casos, pelas próprias roupas ou materiais, como calças, luvas, botas e máscaras.
Como muitas pessoas desconhecem o assunto, a coluna Pouca Vergonha separou algumas curiosidades sobre o fetiche para quem nunca ouviu falar.
Confira!

Saiba mais sobre o tema
- Não é couro: embora o gosto pelo couro também seja um fetiche comum, não é a mesma coisa que o látex — tecido mais voltado ao brilho, toque liso e cheiro.
- Nem sempre deve-se tirar a roupa: mesmo quando envolve sexo, muitos adeptos do fetiche escolhem não tirar o traje durante a relação íntima, muitas vezes apenas abrindo o espaço das genitálias.
- Cama de vácuo: uma das dinâmicas mais famosas é a cama de vácuo, conhecida pelo risco que oferece. Nesse caso, uma pessoa é coberta por uma manta de látex, que depois tem o ar sugado por aparelhos específicos. Ao final, fica apenas o desenho da silhueta envolto no material.
- Exige técnica: por ser um material muito justo, os praticantes contam com várias técnicas para conseguir vestir as peças, como o uso de lubrificante.
- Concursos: ao redor do mundo, existem competições voltadas ao fetiche. Um deles é o Mr. Rubber, que já chegou a acontecer até no Brasil.

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