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Os jovens falam mais, mas fazem menos sexo; entenda

Entenda por que a geração que mais fala de sexo é também a que menos coloca a atividade sexual em prática

atualizado

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Embora tenhamos avançado muito, o sexo — e especialmente o desejo e o prazer sexual feminino — ainda raramente é discutido abertamente. No entanto, quanto mais nova a geração, mais se debate o tema com sinceridade e menos tabus. Mas, levando isso em consideração, por que será que as pessoas não estão, necessariamente, fazendo mais sexo?

A sexóloga Bárbara Ahlert, da Inteligência Erótica destaca que o sexo deixou de ser um marcador de pertencimento. Antes, a primeira relação tinha peso; hoje isso não define mais nada.

“As redes sociais transformaram o sexo em conteúdo — de humor, de confissão, de militância. Falar de sexo rende engajamento”, comenta. “O prazer e a intimidade reais são menos controláveis do que a versão editada e performada nas redes.”

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Bárbara explica que os jovens priorizam autocuidado, amizade, terapia e estabilidade emocional. Eles querem fazer sexo com segurança emocional, não impulsivamente.

E ainda vale destacar que não existe uma quantidade “normal” de relações sexuais a serem feitas semanalmente, mensalmente ou mesmo anualmente. Os relacionamentos e as situações de cada pessoa são diferentes, então não adianta tentar se encaixar em um padrão se os dados indicam que você tem “demais” ou “de menos”.

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Brasileiro inicia vida sexual aos 18 anos e tem, em média, 10 parceiros na vida, indica pesquisa conduzida pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)
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O sexo é considerado uma atividade física
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Para a profissional os jovens não querem sexo que gere risco emocional.  A sexóloga ainda defende que o comportamento sexual mudou porque os parâmetros de pertencimento mudaram. Nunca houve tanta liberdade para falar sobre sexualidade, mas isso não significa que exista a mesma disponibilidade para vivê-la.

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