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Pouca vergonha

Mulheres preferem atitudes a palavras de amor, aponta estudo

Uma pesquisa revelou que mulheres preferem pequenos atos de serviço a expressões verbais de afeto, ao contrário dos homens

03/09/2025 20:49, atualizado 03/09/2025 20:50
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Mulheres preferem atitudes a palavras de amor, aponta estudo

Você já deve ter escutado a frase “um gesto vale mais do que mil palavras”, certo? Uma pesquisa não apenas confirmou esse ditado popular como descobriu que as mulheres preferem pequenos atos de serviço — como ajudar com tarefas domésticas ou cozinhar uma refeição — a expressões verbais de afeto, como “eu te amo” ou “estou aqui para você”, em comparação com os homens.

Um estudo recente publicado na Evolutionary Psychological Science mostrou que esses comportamentos simples, às vezes ignorados, podem ter um significado mais profundo do que apenas conversas doces, especialmente durante os primeiros estágios de um relacionamento.

Na pesquisa, que envolveu 513 adultos heterossexuais na China, os pesquisadores estavam particularmente interessados em analisar a importância de “palavras doces” versus “ações doces”. As primeiras, segundo o estudo, incluem frases como: “Sinto sua falta”, “Eu te entendo”, ou encorajamento verbal. Já as atitudes fazem referência a gestos pequenos, mas tangíveis, como ajudar com tarefas ou cozinhar uma refeição.

Com base na teoria da evolução, os pesquisadores previram que as mulheres seriam mais propensas do que os homens a preferir ações a palavras. A previsão, por sua vez, foi fundamentada em teorias de investimento reprodutivo: as mulheres tendem a priorizar sinais de que o parceiro é confiável e está disposto a investir no relacionamento, enquanto os homens são mais sensíveis a sinais de interesse emocional ou sexual imediato.

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Os resultados mostraram uma interação significativa entre gênero e tipo de afeto. As mulheres classificaram ações doces como mais desejáveis ​​do que palavras doces, enquanto os homens apresentaram o padrão oposto. Eles preferiram expressões verbais de afeto em vez de comportamentais.

Para os pesquisadores, a diferença pode estar relacionada à maneira como homens e mulheres avaliam o potencial de um relacionamento de longo prazo.

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