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Mapa da vagina: um guia para conhecer a sua e dar prazer para elas
Focando no autoconhecimento, descubra cada ponto da vagina e como chegar ao prazer explorando toda a região
atualizado
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Você já reservou um tempo para explorar seu próprio corpo e tocá-lo de uma forma que realmente faça você se sentir conectada e acolhida consigo mesma? É fácil explorarmos o corpo dos outros e priorizarmos o prazer deles, mas pode ser difícil priorizar o nosso próprio.
A sexóloga Bruna Coelho, explica que as zonas erógenas são áreas do corpo mais sensíveis ao toque e estimulação, gerando respostas de excitação sexual. “A sensibilidade dessas regiões é atribuída a uma maior densidade de terminações nervosas, neurônios capilares e receptores sensoriais.”
Essas áreas têm maior concentração de receptores, como os mecanorreceptores, que detectam toque, pressão e vibração; os termorreceptores, são sensíveis a variações de temperatura; e os nociceptores, receptores de dor que, em determinados contextos e com estímulos leves, podem contribuir para sensações prazerosas.
Bruna exemplifica que os lábios, mamilos e genitais têm densas redes desses receptores, tornando-os altamente sensíveis a estímulos táteis.
Por isso, a expert alerta sobre dar atenção a cada parte externa da vagina, como clitóris, pequenos lábios, hímen, grandes lábios e, por fim, o canal vaginal.
Mapa da vagina
Antes de chegar lá, existem várias partes que promovem muito tesão, como mamilos, pescoço, bumbum, parte interna da coxa e atrás do joelho. Vale ir explorando, da maneira que quiser, cada uma dessas “paradas” no meio do caminho.
Em entrevista anterior, a uroginecologista Lilian Fiorelli, da plataforma Sexo sem Dúvida, explicou que é importante dar atenção ao clitóris, mas não só. “E não é apenas essa pontinha que vemos. O clitóris emite terminações nervosas ao longo da vagina de três a cinco centímetros para dentro, o famoso ponto G”, aponta.
Nas laterais do clitóris, já começam os pequenos lábios, que são extremamente sensíveis. “Precisam ser tocados com mais cuidado. Não dá para ir com sede ao pote, precisa de lubrificação adequada”, orienta Lilian.


























