Pouca vergonha

Fetiche em peitão: entenda a espanhola e aprenda as variações

Entenda o fetiche por espanhola e aprenda duas variações da prática que prometem dar tanto ou mais prazer que a tradicional

atualizado

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Foto colorida em close de mulher apertando os seios - Metróples
1 de 1 Foto colorida em close de mulher apertando os seios - Metróples - Foto: 2HotBrazil/Getty Images

Ao ouvir a palavra “espanhola”, algumas pessoas podem pensar na nacionalidade, mas grande parte delas (principalmente os homens) vão remeter a sexo. Espanhola é o nome que é dado à prática sexual de penetrar o espaço entre os seios da mulher com o pênis enquanto ela os aperta.

Ainda que o martelo não seja batido para a origem do nome ser espanhola, acredita-se que tenha surgido por conta das dançarinas flamencas que, muitas vezes, utilizam grandes decotes em seus figurinos, e do estereótipo criado em torno de mulheres dessa nacionalidade, vistas como mais sensuais e “quentes”.

Para além da clássica fantasia que envolve os seios femininos no imaginários de homens e mulheres mundo afora, a prática pode evoluir para um fetiche, no qual o homem prefere a espanhola do que a penetração vaginal ou anal. “Nessas situações, na cabeça do homem acontece a troca do todo da mulher por uma área específica, o que faz ele sentir mais prazer ao penetrar os seios”, explica a sexóloga Tâmara Dias.

Contudo, há quem diga que o fetiche é superestimado após experimentar e chegar à conclusão de que não é “tudo isso”. Sem contar que, a depender do caso, algumas limitações podem dificultar a execução da espanhola, como tentar com seios muito pequenos ou mesmo ter um pênis com o tamanho abaixo da média.

Por isso, existem duas variações que podem agradar ainda mais os envolvidos no sexo. Quer tentar? Confira:

Espanhola com o bumbum

No caso da parceira ter seios muito pequenos, existe a possibilidade de apertá-los bem, mas também é possível tentar ter mais sucesso com o bumbum. Mas não se trata de uma penetração anal, e sim de fazer o mesmo movimento da espanhola, mas entre as nádegas.

Uma dica para ficar ainda melhor é usar e abusar do lubrificante nessa variação. Assim como na espanhola feita nos peitos, o lubrificante não é obrigatório, mas torna tudo mais gostoso e molhadinho.

Espanhola com a pepeca

Aqui também não se trata de penetração vaginal. Alcunhada de pussyjob, a espanhola com a pepeca é nada mais que fazer movimentos de vai e volta com o pênis entre os lábios vaginais da parceira.

Uma grande vantagem dessa variação é que, durante o ato, o pênis também se fricciona contra o clitóris, entregando muito mais prazer à mulher. No pussyjob, ainda que haja lubrificação natural, também vale apostar no uso de lubrificante e partir para o abraço (literalmente).

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