Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Pouca vergonha

Chicote, algema e prazer: o que é BDSM e como praticar de forma segura

Mesmo com muitos adeptos, o BDSM ainda é alvo de inúmeros tabus e preconceitos; entenda melhor a prática

15/10/2024 15:36, atualizado 15/10/2024 15:38
Compartilhar notícia
Navee Sangvitoon/EyeEm/Getty Images
Acessórios de BDSM pendurados na parede

Já escutou aquela música: “Vem de chicote, algema, corda de alpinista”?. O hit que viralizou nas redes sociais há alguns anos faz referência a um dos fetiches mais procurados da internet, o BDSM.

A prática sexual que tem como preceitos o prazer e a confiança se tornou destaque após a Polícia Civil de São Paulo interditar, na tarde da última quinta-feira (10/10), uma clínica de estética que era usada como fachada para uma casa de prostituição e de sadomasoquismo em Santos, no litoral paulista.

Antes, é preciso ressaltar que prostituição e BDSM não tem nenhuma ligação. O BDSM, na realidade, tem a consensualidade como um de seus pilares.

E, afinal, o que é BDSM?

A sigla significa Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo.

Chicote, algema e prazer: o que é BDSM e como praticar de forma segura - destaque galeria
4 imagens
Kink é o nome dado ao sexo que foge do que é considerado "normal" pela sociedade
Os fetiches podem variar dos mais leves aos mais extremos
Fetiches podem ser práticas sexuais normais, desde que praticadas com consentimento e segurança, sem causar sofrimento a ninguém
No repertório sexual das pessoas mundo afora, existem os mais variados fetiches
1 de 4

No repertório sexual das pessoas mundo afora, existem os mais variados fetiches

Howard Kingsnorth/Getty Images
Kink é o nome dado ao sexo que foge do que é considerado "normal" pela sociedade
2 de 4

Kink é o nome dado ao sexo que foge do que é considerado "normal" pela sociedade

David Sacks/Getty Images
Os fetiches podem variar dos mais leves aos mais extremos
3 de 4

Os fetiches podem variar dos mais leves aos mais extremos

Turbo/Getty Images
Fetiches podem ser práticas sexuais normais, desde que praticadas com consentimento e segurança, sem causar sofrimento a ninguém
4 de 4

Fetiches podem ser práticas sexuais normais, desde que praticadas com consentimento e segurança, sem causar sofrimento a ninguém

Navee Sangvitoon/Getty Images

A prática, sempre envolta por uma aura de curiosidade, é alvo de tabus e equívocos. Para entender melhor a dinâmica, os pilares do BDSM incluem o SSC (Seguro, São e Consensual) e o RACK (Risco Assumido, Consensual e Conhecido).

“Isso significa que todas as atividades devem ser realizadas de maneira segura, com sanidade mental e com o consentimento informado de todos os envolvidos”, comenta o sex coach Marcio Wolf.

“O BDSM é um conjunto de práticas que se baseiam sempre na consensualidade, sanidade e segurança. Precisa ser feito com muito diálogo e contém várias práticas específicas”, esclareceu a sexóloga Beatriz Faria, em entrevista anterior à coluna.

Receba no seu email as notícias da coluna Pouca Vergonha

Frequência de envio: Semanal

Ver todas as newsletters