
Pouca vergonhaColunas

Caso Carlinhos Maia: vale a pena transar com o ex após o término?
Influenciador diz que viveu recaídas sexuais com Lucas Guimarães; psicóloga avalia se vale a pena fazer sexo com o ex após o término
atualizado
Compartilhar notícia

Carlinhos Maia e Lucas Guimarães compareceram juntos ao casamento da cantora Mari Fernandez, em São Paulo, nessa terça-feira (14/10). Os influenciadores compartilharam imagens nos Stories durante os preparativos e o trajeto de helicóptero até a Fazenda Santa Bárbara, onde foi realizada a cerimônia. Em entrevista ao portal LeoDias, Carlinhos admitiu ter tido recaídas com o ex-marido.
O casal anunciou oficialmente o término há alguns meses, em meios a rumores e polêmicas envolvendo supostas traições. Apesar das especulações, Carlinhos deixou claro que o amor e o respeito entre eles continuam.

Na festa de casamento, Carlinhos abriu o jogo sobre a situação. Ele mencionou recaídas esporádicas desde o término. Lucas respondeu com humor, chamando-se de “baixinho arretado”.
Vale a pena fazer sexo com o ex após o término?
Um estudo realizado pela Universidade Estadual de Wayne, nos Estados Unidos, indicou que pode ser uma boa ideia fazer sexo com o ex. Os pesquisadores notaram que quem procurou se relacionar de novo com o parceiro usou o sexo não só para “matar a saudade”, como também para conseguir se reerguer emocionalmente.
A pesquisa mostrou que ter um flashback com o ex despertou sentimentos positivos no cotidiano dessas pessoas, em comparação àquelas que não fizeram o mesmo.
Apesar disso, a psicóloga Flávia Batista revela que não existe uma regra para isso ser positivo ou negativo.
“É preciso analisar cuidadosamente as motivações e expectativas de cada pessoa envolvida. Se o sexo após o término for usado como uma forma de evitar o sofrimento da separação ou na esperança de reacender o relacionamento, as chances de gerar mais dor e confusão são grandes.”
Isso porque, para algumas pessoas, a relação sexual após o término pode parecer um “fechamento de ciclo”. Por fim, acrescenta que “elaborar os sentimentos e a reconstruir a individualidade são a chave. O sexo, por si só, não garante nenhum desses processos.”










