Camisinhas: temperaturas podem afetar eficácia; veja como armazená-las
Por ser um tema pouco discutido, muita gente não sabe a maneira correta de armazenar as camisinhas. Temperaturas podem afetar a eficácia

No Reino Unido, uma situação envolvendo camisinhas acendeu um debate quase inexistente: o armazenamento correto do material diante das condições climáticas. No país, devido à onda de calor, diversas pessoas se depararam com o derretimento de preservativos sexuais — que, como muita gente não sabe, devem ser guardados entre 15 e 25 °C.

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Sem esse conhecimento, muitos os guardam no porta-luvas do carro, em parapeitos de janelas sob o sol, em barracas e até em bolsas. Em entrevista a um portal britânico, a sexóloga Gemma Nice alertou que o calor nesses locais enfraquece o látex, tornando-o “mais propenso a rasgar ou quebrar durante o uso”.
“As pessoas devem pensar sobre onde estão guardando os preservativos”, destacou Nice. Segundo ela, bons locais incluem a gaveta ao lado da cama, um armário em um cômodo arejado e qualquer outro espaço seco e fresco dentro da casa, “longe da luz solar direta”, lembrou.

Em contrapartida, Gemma ressaltou que espaços que recebem frio extremo também não são adequados. “A transferência repetida de preservativos entre temperaturas muito frias e muito quentes também não é recomendada. Isso porque as variações também podem acabar degradando a camisinha”, comentou.
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Para acalmar os ânimos, a especialista acrescentou que, em casos de viagem, não há problema nenhum em transportar os preservativos nas bagagens, já que a temperatura das aeronaves são baixas o suficiente para manter a qualidade. Em situações de visita à praia, vale guardá-los em uma sacola à sombra.
Texturas quebradiças, viscosas, descoloridas e danificadas não devem ser negligenciadas. Nesses casos, o produto deve ser descartado.















