Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Pipocando

Zeca Camargo não teria aceitado corte de salário e pode deixar a Globo

O salário de Zeca Camargo é de R$ 300 mil, mas, com a redução, passaria a receber menos da metade

09/09/2019 14:30, atualizado 09/09/2019 16:39
Reprodução
Zeca Camargo

Depois de Mari Palma, Phelippe Siani, Sérgio Chapelin, Monalisa Perrone e vários outros jornalistas da Globo, o próximo a deixar a emissora pode ser Zeca Camargo. O apresentador do É de Casa, segundo a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia, não teria aceitado um corte no seu salário para deixar de ser pessoa jurídica e virar trabalhador do regime CLT.

Ainda de acordo com Fábia, o salário de Zeca Camargo é de R$ 300 mil, mas, com a redução, passaria a receber menos da metade. O apresentador não ficou satisfeito, no entanto, a Globo quer mantê-lo no seu quadro de funcionários. Zeca está na emissora há 23 anos.

Zeca Camargo não teria aceitado corte de salário e pode deixar a Globo - destaque galeria
6 imagens
Segundo a colunista Fábia Oliveira, ele não aceitou uma redução de salário
O salário dele seria cortado de R$ 300 mil para menos da metade
A Globo tem feito uma reestruturação nos contratos
E está transformando jornalistas PJs em CLT
Zeca não gostou da proposta
Zeca Camargo pode ser o próximo a deixar a Globo
1 de 6

Zeca Camargo pode ser o próximo a deixar a Globo

Segundo a colunista Fábia Oliveira, ele não aceitou uma redução de salário
2 de 6

Segundo a colunista Fábia Oliveira, ele não aceitou uma redução de salário

O salário dele seria cortado de R$ 300 mil para menos da metade
3 de 6

O salário dele seria cortado de R$ 300 mil para menos da metade

A Globo tem feito uma reestruturação nos contratos
4 de 6

A Globo tem feito uma reestruturação nos contratos

E está transformando jornalistas PJs em CLT
5 de 6

E está transformando jornalistas PJs em CLT

Zeca não gostou da proposta
6 de 6

Zeca não gostou da proposta

A emissora negou a informação. “A relação entre a Globo e seus talentos é privada e qualquer comentário sobre esse assunto seria, no mínimo, desrespeitoso. E afirmamos ainda que não há nenhum fundamento na nota, do início ao fim”, diz a nota.