Juliano Cazarré cita masculinidade e é detonado nas redes sociais
Após a repercussão, muitos seguidores fizeram críticas a ele, que rebateu os comentários

Um post de Juliano Cazarré no Instagram gerou muita discussão entre o ator e os seguidores neste domingo (03/11/2019). O global foi acusado de machismo na rede social.
A postagem dele era o vídeo de uma família de gorilas, mas o que pegou mal foi a legenda que acompanhava a filmagem. “A masculinidade é uma construção social… Só que não! PROVER E PROTEGER: a masculinidade faz do mundo um lugar mais seguro. PS1: Quem tem um pai legal sabe. PS2: Esse gorila é mais cavalheiro do que muito homem por aí… dorme com esse barulho”, escreveu o ator.
Após a repercussão, muitos seguidores fizeram críticas a ele, que rebateu os comentários. “A crítica à masculinidade frágil não diz respeito à força, à natureza… Ninguém critica o homem que cuida da sua família. O que se critica é a construção de que o homem não pode sofrer, não pode chorar”, disse uma seguidora. Cazarré então respondeu: “Quando qualquer coisa é motivo para a pessoa descarregar seu discurso ideológico. Parabéns, a lavagem cerebral que você sofreu foi completada com sucesso”.
Não passou muito tempo para que uma chuva de críticas invadisse a rede social do ator, que resolveu bater boca com os seguidores. “Que decepção. Quando uma mulher é solteira é porque um homem cheio de masculinidade não assumiu a consequência dos seus atos e nem as suas responsabilidades”, disse uma mulher, indignada. “O lixeiro já passou na sua rua? Era um homem ou uma mulher no caminhão?”, escreveu Juliano.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesJuliano Cazarré está escalado para a nova novela da Globo, Amor de Mãe, que irá ao ar ainda em novembro, no lugar de A Dona do Pedaço. “Amor de Mãe é uma reverência à instituição que é a mãe brasileira. Essa mulher guerreira, honesta e que faz tudo para criar seus filhos do lado certo da vida. Vamos celebrá-la através de três histórias comoventes sobre esse amor capaz de mudar o mundo”, diz a roterista Manuela. E Villamarim: “Nossas personagens são pessoas comuns, nada maniqueístas. Suas histórias são como a vida real”.













