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Emerson Sheik é processado por dois ex-funcionários

Jogador ações trabalhistas somadas passam de R$ 100 mil. Ele ainda é acusado de calote em imóvel alugado

atualizado 13/01/2020 14:58

Eduardo Carmim/Brazil Photo Press/LatinContent via Getty Images

Após ser processado por dono de imóvel que alugou, Emerson Sheik precisou voltar ao tribunal por conta de outros dois casos. De acordo com Fabia Oliveira, colunista do O Dia, o jogador é alvo de duas ações trabalhistas.

A primeira é por conta da demissão, sem justa causa, de Simone Mendes, ex-caseira do jogador. Ela afirma que não foi dado baixa em sua carteira de trabalho. Além disso, Sheik também não teria pagado as verbas rescisórias e que seus depósitos do FGTS estavam irregulares. A causa foi avaliada em R$ 88 mil, mas o valor a ser pago ainda será apurado em fase de liquidação de sentença. O processo corre na 2ª Vara do Trabalho de Itaguaí e não cabe mais recurso.

Sheik faltou a audiência, foi condenado em primeira instância, recorreu e perdeu de novo. Após entrar com embargos, perdeu o recurso e foi condenado a pagar multa por litigância de má fé, por se tratar de um recurso apenas para protelar a decisão.

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O segundo processo é movido por Carlos Coelho, cozinheiro, que alega ter trabalhado por um ano sem ter a carteira assinada. Ele afirma que também não recebeu verbas rescisórias e os depósitos do FGTS estavam atrasados.

Além de direitos trabalhistas, Carlos ainda pede reconhecimento do vínculo empregatício. O valor da causa é menor: pouco mais de R$ 21 mil. Neste processo, que está em fase de recurso na 1ª Vara do Trabalho de Itaguaí, Sheik foi condenado em primeira instância.

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