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Cláudia Rodrigues é internada novamente em UTI de São Paulo

Ela está no hospital desde o dia 28 de janeiro. Cláudia sofreu uma crise convulsiva e caiu no chão

30/01/2020 14:58, atualizado 30/01/2020 15:07
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Reprodução
Cláudia Rodrigues é internada novamente em UTI de São Paulo

A atriz Cláudia Rodrigues precisou ser internada novamente no Hospital Albert Einstein, do Morumbi, em São Paulo. De acordo com a colunista Fábia Oliveira, ela deu entrada no dia 28 de janeiro.

Cláudia sofreu uma crise convulsiva e caiu no chão. Ainda segundo a coluna, os médicos detectaram um edema no cérebro por conta da queda na manhã desta quinta-feira (30/01/2020). A profissional luta há quase duas décadas contra a esclerose múltipla.

Cláudia Rodrigues é internada novamente em UTI de São Paulo - destaque galeria
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A atriz luta contra a esclerose múltipla desde 2006
Ela foi internada mais uma vez
Ela está na UTI de um hospital em São Paulo
Ela fez muito sucesso na Globo
A atriz como Marinete
Cláudia Rodrigues
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Cláudia Rodrigues

Reprodução / Instagram
A atriz luta contra a esclerose múltipla desde 2006
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A atriz luta contra a esclerose múltipla desde 2006

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Ela foi internada mais uma vez
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Ela foi internada mais uma vez

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Ela está na UTI de um hospital em São Paulo
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Ela está na UTI de um hospital em São Paulo

Ela fez muito sucesso na Globo
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Ela fez muito sucesso na Globo

Reprodução / Instagram
A atriz como Marinete
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A atriz como Marinete

TV Globo / Sergio Zalis
Ela se submeteu a várias cirurgias para enfrentar a doença
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Ela se submeteu a várias cirurgias para enfrentar a doença

Divulgação
Força, Claudinha!
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Força, Claudinha!

Reprodução/Facebook

A doença

A esclerose múltipla é uma doença neurológica, sem cura e autoimune. Isso significa que as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando lesões e inflamações cerebrais e medulares.

A Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (Abem) estima que, atualmente, 35 mil brasileiros tenham a doença. Os pacientes são geralmente jovens, em especial mulheres de 20 a 40 anos. Os sintomas incluem fadiga intensa, depressão, fraqueza muscular, dores articulares, disfunção intestinal e da bexiga, alteração no desejo sexual e também na coordenação motora.

No mundo, a Federação Internacional de Esclerose Múltipla estima que há pouco mais de 2 milhões de pessoas com a doença. A esclerose múltipla geralmente aparece lentamente. A pessoa pode passar dois ou três anos apresentando leves sintomas, como pequenas turvações da visão ou alterações no controle da urina.

No início, os sintomas aparecem com intervalos, o que dificulta o diagnóstico, pois os pacientes, muitas vezes, não acreditam que é necessário investigar o que está acontecendo. Com a evolução do quadro, aparecem sintomas mais consistentes, como fraqueza, formigamento nas pernas ou de um lado do corpo, visão dupla ou perda visual prolongada, desequilíbrio, tremor e descontrole dos esfíncteres.

Pessoas com casos graves de esclerose múltipla podem perder a capacidade de andar ou falar claramente. Os tratamentos que existem hoje ajudam a controlar os sintomas e reduzir a progressão da doença. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente 44 procedimentos (clínicos e de reabilitação) para a doença