Paulo Cappelli

Senador chamado de “vagabundo” por Gayer faz pedido a Moraes

Vanderlan Cardoso (PSD) pediu ao ministro Alexandre de Moraes para reavaliar decisão que suspendeu ação penal contra Gustavo Gayer

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
imagem colorida do ministro Alexandre de Moraes
1 de 1 imagem colorida do ministro Alexandre de Moraes - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O senador Vanderlan Cardoso (PSD) protocolou no STF recurso pedindo que o ministro Alexandre de Moraes reveja a decisão da Câmara dos Deputados de suspender a ação penal movida por ele contra o deputado federal Gustavo Gayer (PL). O processo estava em curso na Primeira Turma da Corte e trata de supostas ofensas proferidas por Gayer em uma publicação nas redes sociais, na qual chamou o parlamentar de “vagabundo”.

O agravo recorda que a Primeira Turma do STF havia recebido a queixa-crime apresentada por Vanderlan — que acusa Gayer de calúnia, difamação e injúria — e que, no curso da instrução, o deputado réu chegou a apresentar “proposta de retratação” em 8 de setembro de 2025, oferta que foi rejeitada pelo senador.

Senador chamado de “vagabundo” por Gayer faz pedido a Moraes - destaque galeria
3 imagens
Deputado Gustavo Gayer pede a convocação de Mauro Vieira
Deputado Gustavo Gayer o senador Vanderlan Cardoso
Senador Vanderlan Cardoso
1 de 3

Senador Vanderlan Cardoso

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Deputado Gustavo Gayer pede a convocação de Mauro Vieira
2 de 3

Deputado Gustavo Gayer pede a convocação de Mauro Vieira

Agência Câmara
Deputado Gustavo Gayer o senador Vanderlan Cardoso
3 de 3

Deputado Gustavo Gayer o senador Vanderlan Cardoso

Vanderlan sustenta que a norma constitucional que permite à Câmara sustar o andamento de ações penais contra deputados ou senadores em finalidade restrita — proteger o exercício do mandato — e que, no caso concreto, a sustação teria sido empregada de forma desproporcional para paralisar um processo por ofensas de caráter pessoal, sem conexão funcional com o mandato do acusado. O parlamentar argumenta que admitir tal uso ampliaria indevidamente as prerrogativas parlamentares e prejudicaria o direito de ação do ofendido.

A votação na Câmara que baseou a decisão de Moraes ocorreu em 15 de outubro de 2025, quando a Casa aprovou a sustação do andamento da ação penal por 268 votos a favor, 167 contra e 4 abstenções; a decisão foi encaminhada ao STF.

Em 28 de outubro, o ministro Alexandre de Moraes acolheu a comunicação da Câmara e determinou a aplicação imediata da resolução, suspendendo a tramitação da ação penal “quanto aos crimes praticados após a diplomação” e declarando a suspensão da prescrição relativamente a essas condutas.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comPaulo Cappelli

Você quer ficar por dentro da coluna Paulo Cappelli e receber notificações em tempo real?