Paulo Cappelli

Oruam critica “chacina”, mas exalta poderio bélico de traficantes

O cantor Oruam, um dos artistas mais acessados em plataformas digitais no Brasil, classificou como “chacina” a operação policial no RJ

atualizado

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Após sair da prisão, Oruam posa com tornozeleira eletrônica - Metrópoles
1 de 1 Após sair da prisão, Oruam posa com tornozeleira eletrônica - Metrópoles - Foto: Instagram/Reprodução

O cantor Oruam, um dos artistas mais acessados em plataformas digitais no Brasil, classificou como “a maior chacina da história do Rio de Janeiro” a operação policial que deixou 121 mortos, incluindo 4 policiais, e apreendeu 91 fuzis.

“A mídia descobriu que matar bandido vende muito, e essa política é a que mais vende no Rio de Janeiro, no Brasil. A sociedade gosta do banho de sangue, ela usa o bandido como maior vilão para esconder os verdadeiros bandidos que estão em mansões e pagam ao governo para não serem vistos”, disse o rapper, destacando ser filho de Marcio Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, do Comando Vermelho.

Algumas composições de Oruam, contudo, exaltam o confronto armado e o fato de criminosos receberem a bala quem tenta tirá-los do comando territorial.

“Diz que vai vim aqui no Complexo para poder pegar os irmãos, caô, cagão, caô, cagão, para de palhaçada, vai entrar na bala na primeira barricada”, canta o rapper em uma de suas canções.

“Na CDD só tem bandido faixa preta, tentaram vim pegar o homem, e a bala voou, nós é comando vermelhão de natureza”, diz trecho de outra música.

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