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Paulo Cappelli

Ministro de Lula reage a avanço da anistia: "Atenta contra os Poderes"

Um dos ministros mais próximos de Lula, Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência, reagiu ao avanço da anistia na Câmara

17/09/2025 05:30, atualizado 17/09/2025 12:02
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Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Presidente Lula e ministro Marcio Macedo

Um dos ministros mais próximos do presidente Lula, Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República, reagiu ao avanço do projeto de anistia na Câmara dos Deputados.

Em conversa com a coluna nesta quarta-feira (17/9), o ministro comparou uma eventual anistia a um atentado contra a harmonia dos Poderes e argumentou que a medida seria inconstitucional.

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“Os agentes públicos, financiados com dinheiro público, conspiraram contra a democracia, contra a Constituição e contra a liberdade do povo. Essas pessoas fizeram isso e geraram provas contra elas próprias. Há assim uma vasta comprovação dos atos criminosos praticados”, argumentou Macêdo.

O ministro prosseguiu: “Houve um julgamento, que respeitou o devido processo legal, o amplo direito de defesa, a garantia do contraditório. Foi um julgamento que fortaleceu a democracia brasileira. Então, a anistia é inconstitucional e atenta contra a harmonia entre os Poderes”.

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Lula e Márcio Macêdo, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência
O presidente da Câmara, Hugo Motta
O presidente Lula e o ministro Márcio Macêdo
Ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República
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Ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República

Ascom/ SGPR
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Agência Brasil
O presidente da Câmara, Hugo Motta
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O presidente da Câmara, Hugo Motta

Breno Esaki/Metrópoles
O presidente Lula e o ministro Márcio Macêdo
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O presidente Lula e o ministro Márcio Macêdo

Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O ministro concluiu citando pesquisas de opinião:

“Uma anistia não é um bom recado para o povo brasileiro, que, em sua maioria, segundo as mais recentes pesquisas, demonstrou ser contra esse projeto e também mostrou sua aprovação ao julgamento conduzido pelo STF”.

Em reunião com líderes de partidos, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), prometeu pautar para esta quarta-feira a votação do requerimento de urgência envolvendo o projeto de lei, capitaneado pela oposição, que busca anistiar Jair Bolsonaro e outros condenados por golpe de Estado.