Lula diverge de diplomatas ao tratar de Trump e Juliana Marins
O presidente Lula divergiu da atuação de diplomatas do Ministério das Relações Exteriores por duas vezes em menos de um mês

O presidente Lula divergiu da atuação de diplomatas do Ministério das Relações Exteriores por duas vezes em menos de um mês.
Nesta quinta-feira (26/6), Lula determinou ao Itamaraty que tome providências para trazer ao Brasil o corpo de Juliana Marins, que morreu depois de sofrer um acidente em um vulcão na Indonésia.

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Ver todasA decisão do presidente foi tomada um dia após o ministério comunicar que não arcaria com as despesas, por não haver previsão em lei. O comunicado chegou a desgastar o governo junto à opinião pública diante da comoção internacional que o caso gerou.
Já no dia 1º/6, um domingo, Lula criticou duramente a gestão de Donald Trump ao afirmar que os Estados Unidos “fazem guerras” e “matam tanta gente”.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO discurso ocorreu em um momento em que diplomatas brasileiros nos EUA tentavam se aproximar da Casa Branca para demover os norte-americanos de prosseguirem com sanções ao ministro Alexandre de Moraes (STF).
“Os Estados Unidos querem processar o Alexandre de Moraes porque ele quer prender um cara brasileiro que está lá nos EUA fazendo coisa contra o Brasil o dia inteiro. Por que ele quer criticar a Justiça brasileira? Eu nunca critiquei a Justiça deles. Fazem tantas guerras, matam tanta gente, e eu nunca critiquei”, disse Lula na ocasião.
Em ambos os casos, de Trump e Juliana Marins, Lula mostrou que a posição do Itamaraty não norteará a dele próprio na Presidência da República.




