Paulo Cappelli

Estagiária causa pânico e é impedida de entrar em Tribunal de Justiça

Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro proibiu entrada de estagiária e disse que diretoria funcionará a portas fechadas

atualizado

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A ex-estagiária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (RJ-RJ) Kellen Borges Paulino.
1 de 1 A ex-estagiária do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (RJ-RJ) Kellen Borges Paulino. - Foto: LinkedIn

Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), o desembargador Ricardo Couto de Castro impediu o acesso de uma ex-estagiária às dependências da Corte. Em portaria publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (20/2), o magistrado cita “temor” por causa de e-mails disparados por Kellen Borges Paulino. Sob reserva, servidores relatam ameaças de ataques com bombas e facas contra colegas.

A portaria determina: “Fica proibida a entrada ou permanência da ex-estagiária Kellen Borges Paulino nas dependências internas ou externas do Centro Administrativo do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro”.

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Bruno Dantas/ TJRJ

O desembargador afirmou que a ex-estagiária vem apresentando “comportamento não condizente com o padrão normal de conduta e urbanidade no trato com os integrantes de sua antiga lotação, e que tais comportamentos foram causa, inclusive, de seu desligamento profissional”.

Ricardo Couto de Castro afirmou que a unidade administrativa passou a funcionar de “portas trancadas”, diante do “temor” causado pelos e-mails enviados pela ex-estagiária para os antigos colegas de lotação.

O magistrado narrou ainda que a ex-estagiária compareceu ao antigo local de trabalho à procura de determinados ex-colegas, tendo “havido necessidade de acionamento dos agentes de segurança do Centro Administrativo” e aumento das “medidas de segurança no prédio, com acréscimo de postos de vigilância e implementação de visita periódica à unidade administrativa”.

Sob reserva, funcionários do tribunal afirmam que Kellen chegou a levar uma faca para ameaçar colegas de trabalho e teria prometido instalar bomba no local. A coluna não conseguiu contato com a ex-estagiária do TJRJ.

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