Paulo Cappelli

Efeito Alcolumbre: Senado aumenta pressão para Lula liberar petróleo

Empoderados pelo retorno de Alcolumbre, senadores organizam frente parlamentar para pressionar Lula e Marina pela liberação do petróleo

atualizado

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Marina Ramos/Câmara dos Deputados
CPI O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
1 de 1 CPI O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). - Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Empoderados pelo retorno de Davi Alcolumbre (União-AP) à presidência do Senado, parlamentares que defendem a exploração de petróleo na Margem Equatorial querem ampliar a pressão para o governo Lula liberar a atividade. Como mostrou a coluna, essa pauta é defendida pelo novo chefe do Legislativo, mas travou diante da resistência do Ministério do Meio Ambiente, chefiado por Marina Silva, e do Ibama

Senadores colhem assinaturas para instaurar a Frente Parlamentar em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial do Brasil. A iniciativa une senadores da região Norte, sendo eles da oposição, do governo ou do centrão. Quem comanda a articulação é o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), próximo a Jair Bolsonaro.

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Senador Zequinha Marinho (Podemos-PA)
O líder do governo Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP)
CPI O presidente do Senado, Davi Alcolumbre
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Reprodução/Petrobras
Senador Zequinha Marinho (Podemos-PA)
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Senador Zequinha Marinho (Podemos-PA)

Waldemir Barreto/Agência Senado
O líder do governo Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP)
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O líder do governo Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP)

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CPI O presidente do Senado, Davi Alcolumbre
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CPI O presidente do Senado, Davi Alcolumbre

Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Apesar de são assinar o requerimento para criação da frente, a exploração do petróleo na Margem Equatorial também é defendida pelo líder de Lula no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). As bancadas do Norte entendem que os empreendimentos gerarão empregos e recursos para os estados.

O requerimento é assinado, além de Zequinha Marinho, por Márcio Bittar (União-AC), Jaime Bagattoli (PL-RO), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Chico Rodrigues (PSB-RR) e Mecias de Jesus (Republicanos-RR). Desde 2013 há pesquisas indicando o potencial econômico da região. O Ibama, por sua vez, indeferiu pedido da Petrobras para exploração de petróleo, cobrando ajustes no plano de extração para minimizar os riscos ambientais.

As negativas do Ibama, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, colaboraram para desgastar a relação da ministra Marina Silva com Randolfe. O senador deixou a Rede em seguida, trocando a legenda pelo PT.

“Essa situação se arrasta por conta de questões meramente ideológicas. Nesse contexto, a Frente vem para alinhar o debate técnico com as demandas locais por um projeto de desenvolvimento sustentável da região. Não basta ir muito longe, é só olhar para a vizinha Guiana e o crescimento econômico daquele país por conta da exploração de petróleo”, afirmou o senador Zequinha Marinho.

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