Eduardo Bolsonaro aventa que Anderson Torres buscou suicídio na prisão
Deputado Eduardo Bolsonaro faz apelo pela soltura do ex-ministro e aventa que o aliado teria “procurado se suicidar” no presídio
atualizado
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Eduardo Bolsonaro faz um apelo pela soltura de Anderson Torres e aventa que o aliado teria “procurado se suicidar” no presídio. O parlamentar argumenta não haver elementos para a prisão preventiva do ex-ministro.
“Não há qualquer motivo para a prisão. Anderson Torres já tem um quadro depressivo. Falam que já emagreceu mais de 12 quilos. Alguns chegam a suscitar que ele tenha procurado se suicidar”, diz Eduardo Bolsonaro.
“Por que uma pessoa que retornou ao Brasil está presa? A prisão preventiva se enquadra apenas quando existe risco de fuga, que não foi o caso. Anderson Torres, inclusive, retornou ao país. Ele não está atrapalhando as investigações nem pondo sob risco a ordem econômica ou a ordem pública”, pondera.
Eduardo Bolsonaro durante CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados 2
O deputado federal Eduardo Bolsonaro Igo Estrela/Metrópoles
Anderson Torres, ex-secretário Eduardo Bolsonaro
O ex-ministro de Bolsonaro Anderson Torres será o alvo de governistas na CPMI do 8 de Janeiro Rafaela Felicciano/Metrópoles
Anderson Torres, então ministro da Justiça, durante reunião com Jair Bolsonaro
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Nos últimos dias, aliados do ex-presidente passaram a monitorar o estado emocional de Torres. Há o temor de que, sem perspectiva de soltura, ele faça uma delação contra Bolsonaro. O rumor aumentou após Rodrigo Roca, próximo do ex-presidente, deixar a defesa de Torres. Atualmente, o advogado que cuida do caso é Eumar Novacki. Ele nega que a delação esteja no radar.
PGR favorável à soltura de Torres
Ministro da Justiça no governo Bolsonaro, Anderson Torres está preso preventivamente desde 14 de janeiro investigado nos atos antidemocráticos. A Polícia Federal apura se, quando secretário de Segurança do DF, ele teria facilitado a invasão dos Três Poderes.
Na segunda (17/4), a Procuradoria-Geral da República se manifestou junto ao STF pela revogação da prisão preventiva. O órgão defendeu que a liberação seja seguida pelo cumprimento de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. Além da proibição de deixar o DF e de manter contato com outros investigados pelo 8 de janeiro.


