Paulo Cappelli

Tese de uso político da PF em operação que irritou Lira não para de pé

Criticada por Lira, operação da PF que mirou aliados do presidente da Câmara dos Deputados foi estruturada muito antes do atrito com Lula

atualizado

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Câmara dos Deputados/ Polícia Federal
Arthur Lira PF
1 de 1 Arthur Lira PF - Foto: Câmara dos Deputados/ Polícia Federal

Ao contrário do que argumenta Arthur Lira, não houve politização na operação da Polícia Federal que mirou seus aliados. A reclamação, feita ao ministro Flávio Dino e a integrantes da PF, não fica de pé. Basta analisar a cronologia.

O inquérito para apurar fraude em kits de robótica foi instaurado ainda em setembro de 2022. Na época, o presidente era Bolsonaro, não Lula. Após extensa investigação, em 9 de maio deste ano o juiz federal expediu os mandados de prisão. Antes, portanto, de Lira conceder a entrevista coletiva na qual fez duras críticas ao Planalto, no dia 31.

A prisão de aliados do presidente da Câmara, aliás, estava prevista inicialmente para 23 de maio. Ocorre que, uma semana antes, dois alvos da operação viajaram para Miami, nos Estados Unidos. Por conta disso, a operação teve de ser remarcada. O recrutamento de policiais foi feito no dia 29. E a operação foi deflagrada em 1º de junho.

 

 

 

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