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Paulo Cappelli

A reação do autor do PL da Anistia após o veto de Lula

Deputado Marcelo Crivella (Republicanos) afirma que Congresso derrubará veto e prevê ação de partidos de esquerda no STF

08/01/2026 17:43, atualizado 09/01/2026 05:56
Rafaela Felicciano/Metrópoles
QG da propina crivella rio de janeiro prisão

Autor do projeto de lei da anistia aos condenados pelos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro, o deputado Marcelo Crivella (Republicanos) reagiu ao veto do presidente Lula à proposta aprovada pelo Congresso que convertia a anistia em dosimetria das penas. A decisão foi oficializada nesta quinta-feira (8/1), no Palácio do Planalto.

Em declaração à coluna, Crivella disse lamentar o veto presidencial. “Como autor do projeto de lei da anistia, aprovado pelo Congresso Nacional, eu lamento profundamente que o presidente Lula tenha vetado”, afirmou.

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Manifestante contrário ao PL da Anista
Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força
O presidente Lula promoveu o ato "Defesa da Democracia", que marca os 3 anos do 8 de Janeiro, no Palácio do Planalto
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O presidente Lula promoveu o ato "Defesa da Democracia", que marca os 3 anos do 8 de Janeiro, no Palácio do Planalto

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Manifestante contrário ao PL da Anista
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Manifestante contrário ao PL da Anista

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força
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Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força

Breno Esaki/Especial Metrópoles

O deputado avaliou que o Legislativo deve reverter a decisão do Executivo e que haverá questionamento judicial. Segundo ele, partidos de esquerda irão acionar o Supremo Tribunal Federal por meio de ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o que, em sua avaliação, manterá a disputa aberta.

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“Portanto, a luta só começou”, disse, antes de fazer um apelo de cunho religioso aos apoiadores da proposta.

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Crivella pediu “a todos que orem e peçam a Deus por Justiça”. Na mesma fala, o parlamentar mencionou o Supremo ao afirmar que, em sua visão, “Justiça é o voto do ministro Fux”, em referência ao magistrado que votou pela absolvição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no julgamento da trama golpista.