Mirelle Pinheiro

Saiba quem são os policiais civis mortos em megaoperação contra o CV

Eles morreram durante confrontos na operação deflagrada nesta terça-feira (28/10) para conter o avanço do CV no Rio de Janeiro

atualizado

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Reprodução/Redes sociais
Rodrigo e Marcus Vinicius
1 de 1 Rodrigo e Marcus Vinicius - Foto: Reprodução/Redes sociais

Dois policiais civis foram mortos durante a megaoperação deflagrada no Rio de Janeiro (RJ), na manhã desta terça-feira (28/10), contra a facção criminosa Comando Vermelho (CV). Eles foram identificados como Marcus Vinicius Cardoso de Carvalho (à esquerda), de 51 anos, e Rodrigo Velloso Cabral (à direita), 34.

Marcus era conhecido como Máskara e atuava como chefe da 53ª DP (Mesquita). Rodrigo era investigador da 39ª DP (Pavuna).

Até a mais recente atualização desta reportagem, 20 traficantes haviam sido baleados e mortos durante a megaoperação.

Informações apontam que outros policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), a tropa de elite da Polícia Civil do RJ, ficaram feridos durante a ação.

A megaoperação

Na manhã desta terça-feira (28/10), 2,5 mil agentes de segurança saíram às ruas dos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, para participar da ofensiva contra a facção criminosa.

A ação foi deflagrada para cumprir 51 mandados de prisão contra traficantes que atuam no Complexo da Penha.

Ao todo, o Gaeco (MPRJ) denunciou 67 pessoas pelo crime de associação para o tráfico, e três homens também foram denunciados por tortura.

A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core/PCERJ) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope/PMERJ).

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Fogo e chamas intensas foram vistos nas comunidades
Os criminosos colocaram fogo nas barricadas
Operador financeiro de Doca, um dos líderes do CV, é preso no Rio
Megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha
Complexo do Alemão vira campo de guerra em megaoperação com 2.500 policiais
A comunidade foi acordada com os disparos
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A comunidade foi acordada com os disparos

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Fogo e chamas intensas foram vistos nas comunidades
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Os criminosos colocaram fogo nas barricadas
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Os criminosos colocaram fogo nas barricadas

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Operador financeiro de Doca, um dos líderes do CV, é preso no Rio
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Operador financeiro de Doca, um dos líderes do CV, é preso no Rio

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Megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha
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Megaoperação no Complexo do Alemão e da Penha

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Complexo do Alemão vira campo de guerra em megaoperação com 2.500 policiais
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Complexo do Alemão vira campo de guerra em megaoperação com 2.500 policiais

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Complexo do Alemão vira campo de guerra em megaoperação com 2.500 policiais
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Mansão de traficante do CV preso em megaoperação tinha quadro do Oruam
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Mansão de traficante do CV preso em megaoperação tinha quadro do Oruam

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CV ataca polícia com drones e bombas em megaoperação no Alemão
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CV ataca polícia com drones e bombas em megaoperação no Alemão

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Coletiva de imprensa

Ainda na manhã desta terça (28/10), a PCERJ, com a Polícia Militar e o Governo do Rio, concedeu uma entrevista coletiva para detalhar a megaoperação.

Durante a entrevista, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, classificou a operação como a maior já realizada no estado e destacou que a ação foi planejada para ocorrer em áreas de mata, longe das comunidades, priorizando a segurança da população.

As autoridades confirmaram que, em retaliação à megaoperação, traficantes do CV lançaram bombas com drones contra policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), a tropa de elite da Polícia Civil do RJ.

O pronunciamento ocorreu no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova, onde as forças de segurança centralizam o monitoramento das ações em tempo real.

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