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Mirelle Pinheiro

Saiba quem é o deputado alvo da PF por fazer acordo com facção Nova Okaida

Parlamentar foi alvo de operação nesta terça-feira (29/9). Investigadores encontraram R$ 220 mil em espécie durante as diligências

29/09/2026 09:09
Reprodução/Instagram
Saiba quem é o deputado alvo da PF por fazer acordo com facção Nova Okaida

O deputado estadual alvo de operação da Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (29/9) por suspeita de negociar apoio político-eleitoral com a facção criminosa Nova Okaida, grupo que atua em comunidades da Paraíba (PB), é Caio Roberto (MDB) (foto em destaque). Além dele, os investigadores também apuram a participação do secretário-chefe do Procon de João Pessoa (PB), Júnior Pires, que foi afastado do cargo.

O parlamentar, que tem 41 anos, é natural de Campina Grande e graduado em direito. Filho do ex-senador e deputado federal Wellington Roberto, ingressou na política em 2010, quando se elegeu deputado estadual pela primeira vez.

Posteriormente, Caio Roberto foi reeleito três vezes, nas eleições de 2014, 2018 e 2022. No pleito de 2026, Caio Roberto tenta reeleição.

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Dinheiro foi contabilizado em R$ 220 mil
Operação foi deflagrada nesta terça (29)
Um secretário municipal foi afastado
Mandados são cumpridos em João Pessoa
Caio Roberto (MDB)
Ele é filho do ex-senador e deputado federal Wellington Roberto
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Ele é filho do ex-senador e deputado federal Wellington Roberto

Reprodução/Câmara
Dinheiro foi contabilizado em R$ 220 mil
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Dinheiro foi contabilizado em R$ 220 mil

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Operação foi deflagrada nesta terça (29)
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Operação foi deflagrada nesta terça (29)

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Um secretário municipal foi afastado
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Um secretário municipal foi afastado

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Mandados são cumpridos em João Pessoa
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Mandados são cumpridos em João Pessoa

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Caio Roberto (MDB)
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Caio Roberto (MDB)

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A investigação

Segundo demonstram as investigações da PF, integrantes da Nova Okaida, valendo-se do controle territorial exercido sobre comunidades, teriam negociado apoio político e a autorização para que candidatos ingressassem nesses locais e realizassem atos de campanha.

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Em contrapartida, são investigados pagamentos a uma liderança do grupo, o custeio de despesas de um centro comunitário e tratativas envolvendo cargos e empregos na administração pública, entre outros benefícios.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba. A Justiça Eleitoral também determinou o afastamento cautelar, por 90 dias, do secretário Júnior Pires. Os investigadores apreenderam R$ 220 mil em espécie durante a operação.

A investigação apura crimes eleitorais, organização criminosa, lavagem de dinheiro, domínio social estruturado e favorecimento ao domínio social estruturado. As diligências buscam aprofundar a apuração dos fatos e individualizar a conduta dos envolvidos.